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Advogada tem WhatsApp clonado e estelionatário tenta aplicar golpes em seus contatos

Advogada tem WhatsApp clonado e estelionatário tenta aplicar golpes em seus contatos

access_time22/08/2020 07:33

A mulher, de 53 anos, procurou à delegacia de Polícia Civil ontem, para informar que um estelionatár

Páscoa no Departamento de Cultura de Peixoto de Azevedo

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Secretaria de Obras organiza lixão em Peixoto de Azevedo

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Notícias com a tag: Whatsapp

Advogada tem WhatsApp clonado e estelionatário tenta aplicar golpes em seus contatos

access_time22/08/2020 07:33

A mulher, de 53 anos, procurou à delegacia de Polícia Civil ontem, para informar que um estelionatário clonou seu WhatsApp e está tentando aplicar golpes na sua lista de contatos do telefone. Segundo a advogada, o homem se passa por ela e apresenta a versão que seu limite do banco excedeu e precisa do dinheiro. Uma amiga chegou a entrar em contato para confirmar o empréstimo. A ela o estelionatário pediu R$ 1,3 mil. Ela entregou aos investigadores os dados da conta bancária onde o suspeito pediu para que o dinheiro fosse depositado. Em Sinop várias pessoas tem procurado a delegacia para denunciar o mesmo tipo de golpe. Diversas pessoas já tiveram prejuízos.Todos os casos estão sendo investigados pelas autoridades policiais.

O curto-circuito por trás da estreia frustrada do WhatsApp em pagamentos no Brasil

access_time16/07/2020 08:10

Permitir que milhões de usuários do WhatsApp enviem dinheiro tão facilmente quanto mensagens de texto parecia uma oportunidade de ouro no Brasil para o Facebook, dono do aplicativo e maior empresa de mídias sociais do mundo. O Facebook estava finalmente entrando na lucrativa arena de serviços financeiros com um serviço de pagamentos na maior economia da América Latina. O lançamento em junho, planejado há anos, deveria ser o piloto de uma possível iniciativa global. Mas oito dias após a operação ter começado, o Banco Central a tirou da tomada. A decisão do BC ressalta o desafio do Facebook em tentar ganhar a aprovação dos reguladores financeiros e as complexidades que esses órgãos de controle enfrentam na avaliação de riscos de deixar as gigantes de tecnologia soltas pelo mundo. No Brasil, o episódio também levantou questões sobre a comunicação em torno do lançamento. Executivos do WhatsApp e autoridades do BC realizaram pelo menos três reuniões nos 21 meses anteriores, incluindo duas na semana anterior ao lançamento. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse à Reuters, em sua primeira fala com mais detalhes a respeito da decisão, que a autarquia não havia decidido ainda como lidar com o modelo de pagamentos proposto — uma novidade no Brasil, onde não é possível transferir recursos por meio de aplicativos usando cartões. “Teve uma reunião prévia, onde foi mais ou menos explicado o que era a intenção, mas nós fomos pegos de surpresa com o lançamento no dia 15 de junho porque nós entendíamos que uma coisa relevante teria que ter passado por um trilho de aprovação como todos os outros passaram”, disse ele em entrevista. O BC, que afirmou nunca ter recebido um pedido formal de autorização conforme esperado, suspendeu o serviço, o Facebook Pay, em 23 de junho. Campos Neto e outras autoridades do BC disseram que as preocupações se concentram em concorrência, privacidade de dados — eles não forneceram detalhes — e em deliberações em curso quanto à necessidade de uma licença para o WhatsApp operar enquanto ofertante ou parte integrante de um arranjo de pagamento. O WhatsApp disse à Reuters que respondeu às perguntas do BC e forneceu o cronograma de lançamento do serviço durante as reuniões finais. “Conversamos abertamente sobre nossos planos de trazer pagamentos pelo WhatsApp para o Brasil”, afirmou. A empresa acrescentou estar profundamente preocupada com a privacidade dos usuários, informou que os detalhes financeiros seriam armazenados em uma rede apartada segura, e disse possuir contratos de segurança de dados com todos seus parceiros. O WhatsApp afirmou que não quer se tornar uma empresa de serviços financeiros. No Brasil, instituições financeiras estão sujeitas a requisitos de reserva de capital e regras rígidas. Como uma maneira de contornar o entrave, mas jogar conforme as regras em vigor, o WhatsApp procurou usar as bandeiras Visa e Mastercard, que já possuíam licenças do BC, para realizar as transferências de dinheiro. A informação foi corroborada tanto pela Visa quanto pela Mastercard. “O WhatsApp entrou em contato conosco há cerca de dois anos para criar uma solução de pagamentos que trouxesse conveniência a seus usuários e também porque não queria se tornar uma instituição financeira”, disse o presidente da Visa no Brasil, Fernando Teles. “FASE DE ADAPTAÇÃO” O WhatsApp afirmou que usou sistemas de pagamentos existentes da Visa e da Mastercard, que são reguladas no Brasil. No entanto, Campos Neto pontuou que um serviço de transferência de dinheiro via cartões fornecido por uma grande empresa de tecnologia nunca existiu no Brasil, e que o BC ainda não havia decidido se o WhatsApp precisava de uma licença. "Vale lembrar que big tech não está em pagamentos em grande parte do mundo", disse ele à Reuters em 8 de julho. "Então a gente ainda está numa fase de adaptação regulatória em relação ao que vai vir." Não é a primeira vez que o Facebook parece ter interpretado mal os meandros da regulação enquanto busca entrar no mundo financeiro, riquíssimo em dados. Há um ano, a empresa divulgou planos para a criptomoeda Libra, mas foi confrontada com a contundente reação dos bancos centrais. No caso do Brasil, a oportunidade é grande, com um mercado de pagamentos via cartões crescente que registrou 1,8 trilhão de reais em transações no ano passado. Veja GRÁFICO: tmsnrt.rs/2NTMSvG Nos estágios iniciais de seu serviço, o WhatsApp também buscou fazer uso de uma regulamentação de pagamentos que permitia às empresas iniciar serviços sem licença até atingirem 500 milhões de reais ou 25 milhões de transações em um período de 12 meses, segundo fonte próxima à companhia. Isso, novamente, estava dentro das regras. No entanto, o dispositivo, segundo Campos Neto, foi construído para incentivar pequenas empresas a entrar no mercado, em oposição a uma grande companhia de tecnologia como o WhatsApp, com 120 milhões de usuários brasileiros. “O que o Whatsapp fez é que eles tentaram se valer dessa prerrogativa, de que ‘nós vamos começar com uma volumetria muito baixa porque uma hora que eu já estou no sistema depois é difícil tirar’”, afirmou o presidente do BC, classificando a investida como um “artifício de volumetria”. O BC alterou a regra em 23 de junho, dando amparo à possibilidade de suspensão dos serviços de empresas de arranjo de pagamento por ele supervisionadas. Três reuniões foram realizadas entre o WhatsApp e o BC sobre o serviço de pagamento antes do lançamento, de acordo com registros públicos da autoridade monetária: em outubro de 2018 e neste ano, nos dias 9 e 12 de junho, com um desses encontros finais contando com a participação de Campos Neto e do diretor de operações do WhatsApp, Matthew Idema. O WhatsApp disse que também apresentou ao BC seu modelo de parceria com a Visa e a Mastercard em 2019, embora a Reuters não tenha conseguido verificar de maneira independente essa reunião e o BC tenha se recusado a comentar encontros ou datas. Visa e Mastercard disseram à Reuters que não notificaram o BC acerca dos planos de realização de transferências de recursos em parceria com o WhatsApp porque acreditavam que já tinham as licenças necessárias. “Não havia uma regra específica sobre pagamentos via serviços de mensagens no Brasil, por isso fizemos (a parceria) dentro das regras que existiam”, disse João Pedro Paro, presidente da Mastercard para o Cone Sul da América Latina. AMBIÇÕES GLOBAIS O revés é o mais recente golpe nas ambições globais em pagamentos do Facebook, fundamentais para aumentar sua receita nos mercados em desenvolvimento, que respondem pela maior parte do seu crescimento em número de usuários. O WhatsApp tenta lançar um serviço de pagamentos desde 2018 na Índia, seu maior mercado, mas segue empacado em testes beta. [nL4N27S3YC] O serviço de pagamentos no Brasil não iria cobrar por transferências para usuários individuais, mas os lojistas pagariam uma taxa por transação. Uma preocupação envolvendo a concorrência, de acordo com uma fonte próxima ao BC, é o uso pelo WhatsApp da Cielo como sua processadora de pagamentos - ou adquirente - para cartões como Visa e Mastercard. A Cielo já possui uma participação de mercado dominante de 40% no Brasil. “Eu preciso que me mostrem que é aberto. Ou seja, que se algum outro adquirente quer entrar nesse novo arranjo, ele tem liberdade de entrar”, disse Campos Neto, embora não tenha mencionado a Cielo. O WhatsApp afirmou que o acordo que assinou com a Cielo não envolve exclusividade. A Cielo se recusou a comentar, mas já afirmou anteriormente que não existe exclusividade. Um outro ponto que esquenta a discussão entre as partes é que o BC planeja lançar em novembro sua plataforma de pagamentos instantâneos, o Pix. Ele possibilitará transferências entre contas correntes de consumidores, um terreno diferente do que o Facebook Pay buscou inicialmente trilhar, envolvendo cartões. O WhatsApp já disse que está aberto a integrar seu serviço ao Pix, o que pode ser uma maneira de ajudar a quebrar o impasse, mas mantém seus planos de lançar os serviços com Visa e Mastercard. Entretanto, o futuro permanece incerto. Desde que o Facebook Pay foi suspenso, autoridades do BC se reuniram com executivos do WhatsApp, Mastercard e Visa na tentativa de encontrar um caminho. Visa e Mastercard entregaram novos planos de negócios ao órgão regulador na semana passada, em que o WhatsApp aparece formalmente como o iniciador dos pagamentos a serem processados pelas duas outras empresas. “O WhatsApp não precisava, e ainda não precisa, solicitar uma licença para trabalhar com nossos parceiros”, afirmou o WhatsApp. “Se uma mudança exigir que o WhatsApp obtenha uma licença, faremos isso.”

Homem é condenado por ofensas raciais no WhatsApp

access_time28/02/2020 08:59

O juízo da 5ª vara Cível de Santos/SP condenou homem que proferiu insultos a respeito do caráter e da condição social de pessoas pardas a pagar indenização por danos morais ao Fundo de Reparação de Interesses Difusos Lesados. Segundo consta nos áudios, o homem enviou áudio em grupo particular do WhatsApp, em que proferia ofensas de cunho racial às pessoas pardas, afirmando que elas não têm caráter. Um ano depois, o áudio viralizou e ele foi exonerado da função pública que exercia e se desfiliou de partido político. Segundo o juiz de Direito José Wilson Gonçalves, “posto que seja em grupo de WhatsApp, não se admite que alguém diga que os pardos brasileiros são todos maus-caracteres”.  O magistrado entendeu que a alegação de ausência de intenção de atingir os pardos brasileiros não procede, visto que o homem “sabe perfeitamente o significativo e o alcance das expressões usadas, ainda que esse uso tenha se dado em ambiente fechado de rede social, não tendo relevância, ademais, a crença, mesmo que verdadeira, de que o conteúdo não seria compartilhado. O compartilhamento apenas tornou conhecida publicamente a gravíssima ilicitude cometida por ele”. Assim, o condenou ao pagamento de danos morais no valor de R$ 10 mil. O valor será revertido especificamente para programas de combate ao racismo. Informações: TJ/SP.

Milhares de pessoas protestam no Líbano pelo quarto dia consecutivo

access_time20/10/2019 21:18

Milhares de libaneses foram às ruas neste domingo (20), no quarto dia de protestos contra o aumento de impostos e corrupção. O movimento, ampliado para várias cidades do país, nasceu de forma espontânea na quinta-feira, após o anúncio de uma tarifa para as ligações feitas pelo aplicativo de mensagens WhatsApp. A medida foi cancelada por pressão das ruas. Mas a irritação dos libaneses foi canalizada em seguida para a situação econômica e política em geral, em um país onde mais de 25% da população vive abaixo da linha da pobreza, segundo o Banco Mundial (BM). As manifestações, protagonizadas por pessoas de todas as idades e classes sociais, não dão trégua. De Trípoli e Akkar, na região norte, até Baalbek, no leste, passando por várias cidades da costa, incluindo Tiro e Sidon, ao sul, e Shouf (leste), os libaneses demonstram seu descontentamento. Com bandeiras libanesas, os manifestantes gritam "revolução" ou o "o povo quer a queda do regime", principais lemas da Primavera Árabe. A classe política permanece praticamente inalterada no país desde o fim da guerra civil (1975-1990) e é acusada de mercantilismo em um país com infraestruturas deterioradas, escassez crônica de energia elétrica e água potável, além de um custo de vida elevado. Depois de um sábado marcado por manifestações em todo o país, os libaneses voltaram às ruas no domingo. Muitos acreditam que este pode ser o maior protesto até o momento, na véspera do fim do ultimato de 72 horas que o primeiro-ministro Saad Hariri impôs a sua frágil coalizão de governo, abalada por divisões, para que aprove as reformas econômicas. Hariri insinuou que poderia renunciar caso não consiga a aprovação das reformas. Sua coalizão é dominada pelo grupo do presidente Michel Aoun e seus aliados, que incluem o movimento xiita Hezbollah, que não desejam a saída do primeiro-ministro. Aliado de Hariri, o partido Forças Libanesas anunciou no sábado a renúncia de seus quatro ministros, uma iniciativa recebida com agitação pelos manifestantes. Aos gritos de "Todos significa todos", os libaneses exigem a queda de toda a classe política. No centro de Beirute, sede do governo e que virou o epicentro dos protestos, grupos de voluntários limpavam as ruas. Nas proximidades, os muros foram pintados com frases como: "O Líbano pertence ao povo" ou "A pátria para os ricos, o patriotismo para os pobres". No sábado, as manifestações aconteceram em um ambiente festivo em todo o país. Em Trípoli, segunda maior cidade do Líbano, tradicionalmente conservadora, a multidão se reuniu na praça Al Nur e dançou ao som de um DJ. Em alguns pontos do país, os manifestantes incendiaram pneus e bloquearam estradas, mas não foram registrados confrontos com as forças de segurança. Em um fato incomum, o protesto atingiu redutos dos poderosos movimentos xiitas Hezbollah e Amal. Os bancos, fechados desde sexta-feira, não devem abrir as portas na segunda-feira. Os libaneses expressam irritação com a crise econômica em um país onde a dívida pública alcança mais de 86 bilhões de dólares, ou seja, mais de 150% do PIB. Manifestantes agitam e gritam "o povo quer derrubar o regime" — Foto: Aziz Taher/Reuters Partido retira apoio a governo No sábado (19), um partido cristão libanês anunciou sua retirada do governo de coalizão, depois que milhares de pessoas foram às ruas no terceiro dia protestos. À noite, o partido Forças Libanesas, aliado do primeiro-ministro Saad Hariri, anunciou a renúncia de seus ministros. "Estamos convencidos de que o governo é incapaz de tomar as medidas necessárias para solucionar a situação. Consequentemente nosso bloco decidiu pedir a seus ministros que renunciem", anunciou o líder, Samir Geagea. O anúncio foi comemorado pelos manifestantes em Beirute. Em Trípoli, a segunda cidade do país, alguns celebraram com fogos de artifício. "Eu acho que talvez seja melhor que todo o governo renuncie", disse Ali, manifestante na praça Al Nur de Trípoli. Apesar de vários políticos pedirem moderação e da intervenção das forças de segurança na sexta-feira, os manifestantes voltaram a se reunir no sábado em várias cidades do país. O número de manifestantes aumentaram tanto no centro de Beirute quanto em Trípoli, a segunda cidade do país, como também em Tyr (sul), em Akkar (norte) e em Baalbeck (sul). "Revolução, revolução!", gritavam em coro os manifestantes na capital. Alguns cobriam o rosto com um lenço, depois do gás lacrimogêneo lançado na sexta. "As pessoas querem que o regime caia", insistiram. O novo dia de mobilização lembrou a insurreição popular sem precedentes em 2005, que pôs fim aos 29 anos de tutela síria no Líbano. Os manifestantes bloquearam várias estradas com barricadas. Durante a manhã de sábado, o Exército liberou as estradas enquanto uma equipe de voluntários limpava as imediações do Parlamento do rastro de destruição deixado na sexta. Em um comunicado, o Exército pediu que os manifestantes atuassem de maneira pacífica, sem atacar os bens públicos e privados". De acordo com as forças de segurança, 70 pessoas foram detidas no sábado. Mas, durante a tarde, todos os detidos de um dos principais quartéis da polícia da capital foram liberados, segundo a Agência Nacional de Informação (ANI). A Anistia Internacional pediu às autoridades para "acabar imediatamente com o uso excessivo da força contra manifestantes pacíficos". As forças de segurança lançaram "enormes quantidades de gás lacrimogêneo contra a multidão, perseguiram os manifestantes pelas ruas [...] e os espancaram", afirmou a ONG em comunicado. O líder do Hezbollah, Hasan Nasrallah, fez seu primeiro pronunciamento no sábado. "Não queremos que o governo renuncie se esta saída significa que não há governo", declarou, antes de pedir aos libaneses a trabalhar juntos. Nas últimas semanas, a tensão aumentou no Líbano, onde o agravamento da situação econômica, com o temor de desvalorização da moeda e escassez de dólares nos mercados de câmbio. O primeiro-ministro Saad Hariri deu prazo até segunda-feira para que os aliados na coalizão - muito dividida - respaldem um pacote de reformas que pretende dar solidez às finanças do governo e garantir o pagamento de vários empréstimos e doações. O atual Executivo de unidade tem o apoio da maioria dos partidos, incluindo o Hezbollah.

Aplicativo que coloca senha no WhatsApp está grátis por pouco tempo

access_time13/06/2018 11:39

Um aplicativo que coloca senha no WhatsApp, Facebook, Messenger e vários apps do seu smartphone com sistema Android está gratuito em uma das promoções na Google Play Store. Chamado AppLock – Fingerprint Pro, o preço normal da versão completa do app é 18,99 reais. Ele permanecerá gratuito por uma semana. Com uma senha ou sua impressão digital, você pode trancar a galeria do seu smartphone, qualquer aplicativo instalado e também as alterações no menu de configurações. Durante a configuração inicial do app, é preciso autorizar o acesso aos dados de uso do smartphone Android; informar um e-mail para recuperação da senha e selecionar os aplicativos que serão protegidos pelo AppLock. Por padrão, o desbloqueio de apps por meio da sua impressão digital estará ativo. É possível também configurar uma selfie automática da pessoa que tentar abrir algum aplicativo protegido no seu smartphone. A foto aparece em uma seção do app chamada “Gerente de invasão”. Outra opção gratuita de aplicativo para colocar senhas em outros apps no Android é o Bloqueio (AppLock), que tem menos recursos. Publicidade No iPhone, o uma alternativa ao AppLock é o Fingerprint Login, que tem assinatura de 99 dólares.

Chamada em áudio e vídeo em grupo começa a chegar no WhatsApp para Android

access_time30/05/2018 11:34

A novidade confirmada por Mark Zuckerberg no início deste mês finalmente começa a chegar a alguns usuários. As chamadas de áudio e vídeo em grupo, no melhor estilo Skype e Google Hangouts, já estão sendo disponibilizados para algumas pessoas que usam o WhatsApp Beta no Android, informa o site Android Police. Mais precisamente, relatos de que muita gente já consegue utilizar a novidade na versão 2.18.162 do mensageiro mais usado no mundo, mas nem todos com essa versão instalada já têm as novas videochamadas liberadas. Assim como acontece no iOS, o novo recurso vem sendo liberado aos poucos, portanto, é preciso aguardar um pouco até que você possa reunir toda a sua galera em uma conversa mais dedicada e interativa usando o WhatsApp. Vale lembrar que, para usufruir desse novo recurso, todos os envolvidos precisam tê-la habilitada em suas contas do WhatsApp. Segundo relata o Android Police, quando você inicia uma chamada com outra pessoa, pode usar um ícone presente na tela para adicionar um terceiro participante e assim por diante.   O Facebook não deu mais detalhes sobre como funcionará a novidade nem quando ela será disponibilizada na versão instável do app, mas parece que no máximo quatro pessoas poderão conversar simultaneamente. Isso faz sentido até mesmo por uma questão de organização da tela.