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Notícias com a tag: auxilio-emergencial

Caixa libera saque de 2ª parcela de auxílio para nascidos em setembro

access_time09/06/2020 08:25

A Caixa Econômica Federal encerra no próximo sábado (13) o calendário de liberação de saques e transferências da segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), criado para ajudar as pessoas a enfrentar os impactos da crise causada pela pandemia de covid-19. Hoje (9), será feita a liberação para 2,6 milhões de beneficiários nascidos em setembro. A liberação do saque e a transferência da poupança social da Caixa para outros bancos estão sendo feitas de acordo com o mês de nascimento dos beneficiários. Os recursos estão sendo transferidos automaticamente para as contas indicadas. Amanhã (10), será liberado o saque para 2,6 milhões nascidos em outubro; na quinta-feira (11), feriado, não haverá liberação; na sexta-feira (12), para 2,5 milhões nascidos em novembro; e no sábado (13), para 2,5 milhões nascidos em dezembro. Segundo a Caixa, quem não sacar o auxílio nesse período continua com o crédito disponível nas contas indicadas e poderá realizar o saque, independentemente do dia de nascimento, a partir da próxima segunda-feira (15). A transferência dos valores será feita para quem indicou contas para recebimento em outros bancos ou poupança existente na Caixa. Com isso, esses beneficiários poderão procurar as instituições financeiras com quem têm relacionamento, caso queiram sacar. Segundo a Caixa, mais de 50 bancos participam da operação de pagamento do auxílio emergencial. Todos os beneficiários do Bolsa Família elegíveis para o auxílio emergencial já receberam o crédito da segunda parcela.

Cerca de 11 mi estão em análise para receber auxílio de R$ 600

access_time01/06/2020 16:51

A Caixa Econômica Federal divulgou nesta segunda-feira (1º) que cerca de 11 milhões de brasileiros ainda estão em processo de análise ou reanálise para receber o auxílio emergencial de R$ 600.  "Assim que a Dataprev terminar a análise e o benefício for validado pelo Ministério da Cidadania, nós receberemos as informações dos novos elegíveis e vamos pagar a primeira parcela", afirmou o presidente do banco estatal, Pedro Guimarães. De acordo com a Caixa, foram contabilizados 106,8 milhões de cadastros para o recebimento do benefício, dos quais 42,2 milhões foram considerados inelegíveis. Entre eles, há 5,3 milhões em reanálise. Outros 5,6 milhões estão no primeiro processo de avalição. "Mais de metade da população brasileira se cadastrou para o recebimento desse benefício. 59 milhões já foram aprovados e temos 10,9 milhões em análise", pontuou Guimarães. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Pais conta com cerca de 211 milhões de habitantes. Para quem recebeu a primeira parcela do auxílio nos últimos dias, Guimarães disse que haverá um "espaçamento" para os próximos pagamentos. "Quem recebeu a primeira há 10 dias, deve receber a segunda nas próximas semanas", garantiu. O benefício de ajuda do governo federal foi liberado para trabalhadores informais, desempregados, microempreendedores individuais, intermitentes e toda população de baixa renda. Saques Ao comentar sobre a quantidade de saques no final de semana, a Caixa revela que já foram realizadas 499 mil transações para a retirada de R$ 324,3 milhões por nascidos no mês de janeiro. Houve ainda nos últimos dois dias 735,5 mil movimentações dos recursos d auxílio emergencial pelo aplicativo do Caixa Tem, que permite comprar apenas com o uso do aparelho celular. “Significa que o aplicativo já realiza um número maior de saques do que aqueles em que você precisa comparecer nas agências ou nas lotéricas”, destaca Guimarães. Para o presidente da Caixa, os números comprovam a eficiência do sistema adotado pelo banco. “Isso vai na direção de reduzir a necessidade das pessoas de irem às agências. E vai na direção do que queremos, de acelerar o pagamento, reduzindo qualquer aglomeração”, comemora ele.

BC pede produção extra de dinheiro para pagamento do auxílio emergencial

access_time08/05/2020 12:14

O Brasil enfrenta a ameaça de insuficiência de cédulas de dinheiro para pagar o auxílio emergencial a 60 milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade pela crise do coronavírus, com os estoques atuais considerados baixos pelo Banco Central, segundo duas fontes e um documento visto pela Reuters. A pedido do BC, a Casa da Moeda, que é responsável pela produção das cédulas, solicitou na segunda-feira aos seus funcionários que aumentem a produção de dinheiro físico a partir deste mês para fazer frente ao pagamento do auxílio emergencial, segundo ofício obtido pela reportagem. A estatal fala que pagará hora extra conforme necessário e diz que a questão é “urgente”, de acordo com o documento visto pela Reuters. O programa de auxílio emergencial de 600 reais por mês para aqueles que não têm contratos regulares de trabalho passou por um lançamento que enfrentou problemas, com a formação de enormes filas em frente às agências da Caixa Econômica Federal, trazendo risco de contágio em meio à pandemia de coronavírus. Algumas pessoas que não têm contas bancárias regulares até acamparam na porta das agências durante a noite. Os tropeços iniciais no programa aprovado pelo Congresso vêm em meio a crescentes críticas de que o governo do presidente Jair Bolsonaro não tomou medidas drásticas o suficiente para estimular uma economia que, segundo algumas previsões, poderá encolher em dois dígitos este ano. Cerca de um terço da população do Brasil é desbancarizada, um porcentual maior do que na China e até na Índia, de acordo com o Banco Mundial, obrigando o país a depender muito de dinheiro físico, mesmo quando cartões de crédito e outras formas de pagamento se tornam mais comuns em outros lugares. O governo começou a pagar uma parcela inicial do programa no início de abril, mas atrasou a segunda, inicialmente prevista para o final do mês passado. Um novo cronograma deve ser lançado em breve para o programa, que tem duração de três meses. Uma das fontes disse que a escassez de cédulas de dinheiro levou ao atraso da segunda parcela, enquanto outra disse que o pagamento ainda não tinha ocorrido porque a primeira parcela ainda estava sendo paga, o que causaria mais tumulto nas agências. Esta pessoa, porém, confirmou que há uma escassez de moeda que preocupou o governo. ESTOQUE DE SEGURANÇA O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, disse à Reuters que havia um “problema técnico com as fontes de pagamento” dos fundos, mas negou que houvesse qualquer problema com falta de moeda. “Se, por acaso, houver falta de dinheiro, falta de notas físicas, encontraremos uma maneira de corrigir isso”, disse ele. O Banco Central, que supervisiona a oferta de moeda, confirmou que está em negociações com a Casa da Moeda para antecipar o recebimento da produção contratada para o ano, dizendo que já houve um aumento de 23% na quantidade de moeda forte em circulação em abril, um aumento de 55,5 bilhões de reais em relação ao ano anterior, segundo declaração enviada à Reuters. Algumas dessas cédulas estão sendo acumuladas por indivíduos e empresas para formação de reservas, por preocupações com a crise, e porque, com grande parte da economia fechada, há menos lugares para gastar dinheiro no comércio em geral, disse o órgão regulador. O BC também ponderou que “parcela considerável” dos valores pagos em espécie no auxílio emergencial ainda não voltou ao sistema. Só em abril, foram pagos 35,8 bilhões de reais no total, entre depósitos em conta e liberação em espécie, segundo dados do Tesouro. “A consulta (à Casa da Moeda) visa construir estoques de segurança e mitigar eventuais consequências do fenômeno de entesouramento que se observa desde o início da pandemia”, afirmou o BC. As negociações têm como objetivo aumentar a produção semanal de dinheiro da Casa da Moeda em 40%, segundo o presidente do sindicato dos servidores do órgão Aluízio da Silva Junior, acrescentando que o sindicato ainda não decidiu sobre a questão, que deve ser analisada em assembleia na próxima semana. O Banco Central disse não ter conhecimento de atrasos nos pagamentos da ajuda. O Ministério da Cidadania, responsável pelos fundos de emergência, não respondeu a um pedido da Reuters para comentar o assunto. A Caixa Econômica Federal, banco responsável pelos pagamentos, também disse que não comentaria. O número de pessoas que procuram o auxílio emergencial surpreendeu as autoridades do governo, que esperavam pagar 98 bilhões de reais a 54 milhões de brasileiros. Cálculos oficiais recentes, no entanto, atualizaram o número para 124 bilhões de reais e 60 milhões de pessoas —equivalente à população da Itália. A Caixa Econômica estima que cerca de 30 milhões de contas digitais serão abertas por pessoas não bancarizadas como consequência do pagamento de emergência, um legado que pode ajudar a inclusão financeira depois da pandemia.