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O atual cenário econômico brasileiro indica a tendência pela contenção de gastos. Diante de tantas d

Notícias com a tag: corrupcao

Deputado e suplente são alvos de operação que apura fraude em licitação de transporte

access_time14/05/2021 08:42

Um deputado estadual, um suplente de deputado e uma assessora parlamentar foram alvos de uma operação na manhã desta sexta-feira (14) realizada pelo Ministério Público de Mato Grosso. A terceira fase da Operação Rota Final apura crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude a licitação do setor de Transporte Coletivo Rodoviário Intermunicipal de Passageiros de Mato Grosso (STCRIP-MT). A licitação é promovida pela Secretaria de Infraestrutura do Estado de Mato Grosso e Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (AGER-MT). Os nomes dos alvos não foram divulgados. Os agentes policiais também devem cumprir ordem de prisão preventiva contra um empresário que seria o líder da organização criminosa. Ainda, devem impor o uso de tornozeleira eletrônica no representante do Sindicato dos Empresários do Setor de Transporte Intermunicipal de Passageiros (SETROMAT), que, por sua vez, está proibido de se ausentar de Mato Grosso, frequentar alguns órgãos públicos e manter contato com outros investigados. Está sendo cumprida, ainda, ordem de sequestro judicial de bens dos investigados até o montante de R$ 86 milhões, abrangendo vários imóveis, duas aeronaves, vários veículos de luxo, bloqueio de contas bancárias e outros bens necessários ao ressarcimento do prejuízo acarretado pela prática dos crimes. A investigação, iniciada na Polícia Civil de Mato Grosso, foi encaminhada, com autorização do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT), ao Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), em meados de 2019. Mais de 20 pessoas são investigadas, dentre eles alguns empresários e dois parlamentares estaduais.

Operação prende policiais acusados de integrar quadrilha

access_time04/05/2021 09:33

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e a Polícia Civil deflagraram, na manhã desta terça-feira (4), a Operação Renegados, que visa dar cumprimento a 44 ordens judiciais, sendo 22 delas de prisão preventiva. O objetivo é desarticular uma suposta organização criminosa composta, entre outros membros, por policiais civis e militares, além de informantes. A ação conta com o apoio Polícia Militar e do Ciopaer e é baseda em Procedimento de Investigação Criminal (PIC) instaurado no Gaeco e inquéritos instaurados pela Corregedoria Geral da Policial Civil. Segundo o Gaeco, os elementos informativos e provas colhidos demonstraram que o grupo era comandado por um policial da ativa. De acordo com a investigação, ele se utilizava  de técnicas de investigação com o uso de equipamentos da Polícia Civil para facilitar e encobrir as ações criminosas do grupo. Outra situação que o ajudava, segundo o Gaeco, era o fato de ser chefe de operação de uma Delegacia da Capital. As ações envolvem a prática de crimes graves como concussão, corrupção, peculato, roubo e tráfico. "O Ministério Público e a Polícia Civil comungam esforços para combater os que desonram sua missão institucional e renegam a nobre missão do combate à corrupção e criminalidade. A lei é para todos", disseram por meio de nota.

Vídeo mostra conselheiro do TCE-MT descendo escadas para jogar quase R$ 500 mil em cheques em lixeira durante operação

access_time06/07/2020 09:21

Câmeras de segurança registraram o momento em que o conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE), Waldir Teis, desce 16 andares de escada para se livrar de quase R$ 500 mil em cheques durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão no escritório dele, em Cuiabá, durante a 16ª fase da Operação Ararath, no dia 17 do mês passado. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o conselheiro – que é investigado por corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro, foi denunciado pela conduta que levou à prisão preventiva no dia 1º de julho. As imagens mostram o conselheiro saindo do escritório dele enquanto os policiais estavam no local. Teis, que usava máscara, desce 16 andares correndo. A fuga sorrateira é percebida por um agente da PF, que segue os passos de Teis pelas escadas. Quando finalmente chega ao térreo, o conselheiro tira os cheques do bolso e joga na lixeira no saguão. O agente flagra e observa. Teis não percebe a presença do policial e é surpreendido. O agente abre e lixeira e tira fotos tanto dos cheques quanto do conselheiro. Segundo o MPF, Teis tentou destruir cheques assinados em branco e canhotos de cheques - jogando-os na lixeira do prédio, depois de descer correndo 16 andares de escada. Na investigação, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal identificaram que os cheques são de empresas ligadas à organização criminosa da qual o conselheiro é suspeito de integrar. Os canhotos dos cheques somam mais de R$ 450 mil. Outro lado O advogado do Waldir Teis afirmou que ele se apresentou à polícia e que estuda medidas para a liberação dele. Ele está preso no Centro de Custódia de Cuiabá (CCC). A prisão, segundo o advogado, foi determinada com base na denúncia do MPF de que ele tentou esconder documentos da polícia durante a 16ª fase da Operação Ararath, que foi batizada de Operação Gerion. O advogado informou que, de fato, ele tentou esconder os cheques e que a atitude foi impensada. "Havia justificativas para aqueles cheques e já foram explicados à Polícia Federal. Ele queria mesmo é preservar seus familiares que estavam sofrendo por conta de todas as acusações e seu afastamento do TCE", afirmou. De acordo com o MPF, quando o conselheiro notou que os policiais se concentravam em uma segunda sala, o conselheiro recolheu uma série de talões de cheques com cifras milionárias e outras folhas assinadas, mas sem preenchimento do valor, que estavam em sala ainda não analisada pelas autoridades. A Operação Ararath investiga, desde 2013, a prática de crimes de corrupção, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e organização criminosa por conselheiros do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso. Além da condenação pela infração de embaraço à investigação, o MPF requer à Justiça indenização por danos morais coletivos, no valor de R$ 3 milhões, além da prorrogação do afastamento do conselheiro até o trânsito em julgado da denúncia. Afastamento Waldir Teis e outros quatro conselheiros do TCE-MT, Antonio Joaquim, José Carlos Novelli, Sérgio Ricardo e Valter Albano, estão afastados das funções desde 2017, após delação do ex-governador Silval Barbosa que detalhou suposto pagamento de propina aos membros da Corte. De acordo com Silval Barbosa, os conselheiros exigiram propina para não prejudicarem o andamento das obras da Copa do Mundo, no estado. Ele disse ter pago R$ 53 milhões.

MP abre inquérito para investigar gastos com combustíveis na Assembleia

access_time21/05/2020 11:14

Ministério Público de Mato Grosso abriu inquérito civil para investigar gastos de combustíveis na Assembleia Legislativa referente ao ano de 2018. A investigação tem por base uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que apontou uma diferença entre o valor pago em combustível e as notas fiscais apresentadas. De acordo com o TCE, o Poder Legislativo gastou R$ 4.237.446,35 com combustíveis, empenhado a único fornecedor K.Q. Moura, que assinou o contrato 60/2017. Os pagamentos, realizados quinzenalmente, não foram devidamente formalizados, segundo o TCE. Os comprovantes não foram montados em ordem cronológica crescente, sem numeração das folhas, situação que dificulta a identificação e correlação dos documentos apresentados com os respectivos pagamentos.  No processo de liquidação de despesa, não existem pendências financeiras, mas o trabalho foi feito apenas com o carimbo de atestado constante no verso das notas fiscais expedidas pelo posto de combustível. O TCE não identificou nenhum relatório que justificasse os gastos, além de ter descoberto, por meio de um sistema de auditoria por amostragem, que o Legislativo estadual não conseguiria provar onde os veículos abastecidos rodaram - contrariando a transparência necessária na prestação destes gastos. Após abrir a investigação, o promotor de Justiça Roberto Aparecido Turin solicitou que a Corte de Contas seja notificada da decisão. Veja nota na íntegra da Assembleia Legislativa A Assembleia Legislativa informa que faz rigoroso controle de gastos com combustível, possuindo normatização interna acerca do assunto, com plena identificação de motoristas, servidores, veículos e informações detalhadas de abastecimento. O valor mencionado na matéria representa percentual inferior ao permitido contratualmente para gastos com combustíveis, o que mostra cuidado com o gasto público. O montante é proporcional à quantidade de deputados, servidores e principalmente à extensão territorial de Mato Grosso. O tema objeto do inquérito civil esteve sob apuração do Tribunal de Contas quando do julgamento das Contas 2018 da ALMT, ocasião em que as contas foram aprovadas. Além da aprovação das contas, no que é pertinente ao combustível, o Tribunal de Contas deixou claro a ausência de indícios de má utilização dos recursos públicos. De todo modo, a Procuradoria da Assembleia Legislativa prestará os devidos esclarecimentos ao Ministério Público Estadual. Presidência da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

Deputado de MT é citado em esquema de propina da JBS e PT

access_time02/12/2019 10:55

O nome do ex-ministro da Agricultura e atual deputado federal por Mato Grosso, Neri Geller (PP), foi citado em conversa que trata de esquema de propina entre a empresa JBS e o Partido dos Trabalhadores, em 2014. Segundo reportagem do Jornal da Record, que foi ao ar no dia 20 de novembro deste ano, interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça indicam pagamento de R$ 6,5 milhões da empresa de Joesley Batista para Dilma Rousseff, então recém-eleita presidente da República, e o PT - veja o vídeo no final da matéria. As supostas transações financeiras são investigadas pela Polícia Federal. As interceptações datam de 21 de novembro de 2014, quase um mês depois do segundo turno da eleição. A conversa que cita Neri Geller acontece entre Edinho da Silva, na época coordenador financeiro da campanha de Dilma e hoje prefeito de Araraquara (SP), e Ricardo Saudi, executivo da J&F, controladora da JBS. Na ligação, Edinho orienta o executivo a ligar para Manoel Sobrinho, que seria o seu braço direito, segundo a PF. Veja a transcrição: Edinho - “O Manoel vai te passar as orientações certinho”, diz Edinho. Saudi - “Ah, eu já sei então, ele falou que tá tudo certo?”. Edinho - “Não, mas aquele que o Manoel passou, é, tem uma mudança...”. Saudi -  “Ah, eu sei da mudança. Então tá bom, eu vou ligar para ele agora”. Edinho - “Ó, é uma mudança e o negócio lá de Mato Grosso você conversa com o Neri, tá?”. Saudi - “Do Mato Grosso, ah é, liga pra ele?”. Em seguida, Saudi liga para Sobrinho, que pede a ele para entrar em contato com Walfrido dos Mares Guia, na época responsável por coordenar a campanha pela reeleição de Dilma em Minas Gerais. Ele também foi ministro das Relações Institucionais e do Turismo no governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Veja: Sobrinho - “Liga para Mares Guia, você tem o telefone dele, não tem”. Saudi - Quem? O Walfrido?”. Sobrinho - “Isso, o Walfrido”. Saudi - “Deixa só eu reconferir aqui, um e meio para Minas Gerais...”. É quando aparece a referência, novamente, a Neri Geller, segundo a reportagem. Veja: Sobrinho - “Na verdade eu tinha te falado que era um de Minas e não é. É um e meio” Saudi - “Ah tá, e o meio do Mato Grosso continua?” Sobrinho - “Isso”. Dilma Roussef e o PT mineiro deveriam receber juntos R$ 6,5 milhões. Saudi - “Cinco da Dilma também?” Sobrinho - “Isso”. A PF quer saber a origem do dinheiro, se este foi declarado como doação de campanha e como esses dinheiros foram utilizados. O que chama a atenção é o fato de os telefonemas acontecerem um mês depois das eleições. A polícia suspeita que os valores tratados nas ligações eram fruto de propina da J&F em troco de favores do governo. Um ano depois dos telefonemas, em 2015, o STF proibiu as empresas de fazer doações para campanhas políticas. As interceptações telefônicas são desdobramentos da Operação Capitu, que investiga suposto esquema de corrupção de 2014 a 2015, no Ministério da Agricultura. No ano passado, 16 pessoas foram presas, entre elas, Neri Geller.