Banner Outras
Notícias recentes
MT recebe R$ 36,8 milhões de banco alemão por acordo de preservação ambiental

MT recebe R$ 36,8 milhões de banco alemão por acordo de preservação ambiental

access_time24/01/2020 16:24

Mato Grosso recebeu 8 milhões de euros - o equivalente a R$ 36,8 milhões -, do Banco Alemão de Desen

Gestores Esportivos se reúnem para formar Comissão Disciplinar da região

Gestores Esportivos se reúnem para formar Comissão Disciplinar da região

access_time18/02/2019 08:25

Estiveram reunidos na Secretaria Municipal de Esportes de Peixoto de Azevedo, os gestores de Matupá,

Atletas do atletismo de Peixoto de Azevedo se destacam no Estadual e três conquistam vaga para o Brasileiro

Atletas do atletismo de Peixoto de Azevedo se destacam no Estadual e três conquistam vaga para o Brasileiro

access_time21/09/2018 15:48

A equipe de atletismo de Peixoto de Azevedo ficou em 3° lugar geral nos Jogos Escolares da Juventude

Notícias com a tag: corrupcao

MP abre inquérito para investigar gastos com combustíveis na Assembleia

access_time21/05/2020 11:14

Ministério Público de Mato Grosso abriu inquérito civil para investigar gastos de combustíveis na Assembleia Legislativa referente ao ano de 2018. A investigação tem por base uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que apontou uma diferença entre o valor pago em combustível e as notas fiscais apresentadas. De acordo com o TCE, o Poder Legislativo gastou R$ 4.237.446,35 com combustíveis, empenhado a único fornecedor K.Q. Moura, que assinou o contrato 60/2017. Os pagamentos, realizados quinzenalmente, não foram devidamente formalizados, segundo o TCE. Os comprovantes não foram montados em ordem cronológica crescente, sem numeração das folhas, situação que dificulta a identificação e correlação dos documentos apresentados com os respectivos pagamentos.  No processo de liquidação de despesa, não existem pendências financeiras, mas o trabalho foi feito apenas com o carimbo de atestado constante no verso das notas fiscais expedidas pelo posto de combustível. O TCE não identificou nenhum relatório que justificasse os gastos, além de ter descoberto, por meio de um sistema de auditoria por amostragem, que o Legislativo estadual não conseguiria provar onde os veículos abastecidos rodaram - contrariando a transparência necessária na prestação destes gastos. Após abrir a investigação, o promotor de Justiça Roberto Aparecido Turin solicitou que a Corte de Contas seja notificada da decisão. Veja nota na íntegra da Assembleia Legislativa A Assembleia Legislativa informa que faz rigoroso controle de gastos com combustível, possuindo normatização interna acerca do assunto, com plena identificação de motoristas, servidores, veículos e informações detalhadas de abastecimento. O valor mencionado na matéria representa percentual inferior ao permitido contratualmente para gastos com combustíveis, o que mostra cuidado com o gasto público. O montante é proporcional à quantidade de deputados, servidores e principalmente à extensão territorial de Mato Grosso. O tema objeto do inquérito civil esteve sob apuração do Tribunal de Contas quando do julgamento das Contas 2018 da ALMT, ocasião em que as contas foram aprovadas. Além da aprovação das contas, no que é pertinente ao combustível, o Tribunal de Contas deixou claro a ausência de indícios de má utilização dos recursos públicos. De todo modo, a Procuradoria da Assembleia Legislativa prestará os devidos esclarecimentos ao Ministério Público Estadual. Presidência da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso

Deputado de MT é citado em esquema de propina da JBS e PT

access_time02/12/2019 10:55

O nome do ex-ministro da Agricultura e atual deputado federal por Mato Grosso, Neri Geller (PP), foi citado em conversa que trata de esquema de propina entre a empresa JBS e o Partido dos Trabalhadores, em 2014. Segundo reportagem do Jornal da Record, que foi ao ar no dia 20 de novembro deste ano, interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça indicam pagamento de R$ 6,5 milhões da empresa de Joesley Batista para Dilma Rousseff, então recém-eleita presidente da República, e o PT - veja o vídeo no final da matéria. As supostas transações financeiras são investigadas pela Polícia Federal. As interceptações datam de 21 de novembro de 2014, quase um mês depois do segundo turno da eleição. A conversa que cita Neri Geller acontece entre Edinho da Silva, na época coordenador financeiro da campanha de Dilma e hoje prefeito de Araraquara (SP), e Ricardo Saudi, executivo da J&F, controladora da JBS. Na ligação, Edinho orienta o executivo a ligar para Manoel Sobrinho, que seria o seu braço direito, segundo a PF. Veja a transcrição: Edinho - “O Manoel vai te passar as orientações certinho”, diz Edinho. Saudi - “Ah, eu já sei então, ele falou que tá tudo certo?”. Edinho - “Não, mas aquele que o Manoel passou, é, tem uma mudança...”. Saudi -  “Ah, eu sei da mudança. Então tá bom, eu vou ligar para ele agora”. Edinho - “Ó, é uma mudança e o negócio lá de Mato Grosso você conversa com o Neri, tá?”. Saudi - “Do Mato Grosso, ah é, liga pra ele?”. Em seguida, Saudi liga para Sobrinho, que pede a ele para entrar em contato com Walfrido dos Mares Guia, na época responsável por coordenar a campanha pela reeleição de Dilma em Minas Gerais. Ele também foi ministro das Relações Institucionais e do Turismo no governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Veja: Sobrinho - “Liga para Mares Guia, você tem o telefone dele, não tem”. Saudi - Quem? O Walfrido?”. Sobrinho - “Isso, o Walfrido”. Saudi - “Deixa só eu reconferir aqui, um e meio para Minas Gerais...”. É quando aparece a referência, novamente, a Neri Geller, segundo a reportagem. Veja: Sobrinho - “Na verdade eu tinha te falado que era um de Minas e não é. É um e meio” Saudi - “Ah tá, e o meio do Mato Grosso continua?” Sobrinho - “Isso”. Dilma Roussef e o PT mineiro deveriam receber juntos R$ 6,5 milhões. Saudi - “Cinco da Dilma também?” Sobrinho - “Isso”. A PF quer saber a origem do dinheiro, se este foi declarado como doação de campanha e como esses dinheiros foram utilizados. O que chama a atenção é o fato de os telefonemas acontecerem um mês depois das eleições. A polícia suspeita que os valores tratados nas ligações eram fruto de propina da J&F em troco de favores do governo. Um ano depois dos telefonemas, em 2015, o STF proibiu as empresas de fazer doações para campanhas políticas. As interceptações telefônicas são desdobramentos da Operação Capitu, que investiga suposto esquema de corrupção de 2014 a 2015, no Ministério da Agricultura. No ano passado, 16 pessoas foram presas, entre elas, Neri Geller.