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Notícias com a tag: cruzeiro

Título, R$ 62 milhões no caixa e vaga na Libertadores: o "strike" do Cruzeiro com o hexa da Copa

access_time18/10/2018 07:45

A conquista da edição 2018 da Copa do Brasil pelo Cruzeiro, a sexta da história do clube (havia ganhado em 1993, 1996, 2000, 2003 e 2017), após a vitória de 2 a 1 sobre o Corinthians, na quarta-feira, na Arena Corinthians, em São Paulo, fez com que a Raposa conseguisse um "strike" na atual temporada. Pelo investimento feito pela diretoria que assumiu o clube em janeiro deste ano, a expectativa era de que o time tivesse condições de brigar nas três principais competições que tinha para disputar: a Taça Libertadores, o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. Vencer a competição mata-mata deu ao time mineiro três grandes prêmios: primeiro, claro, mais um título nacional para a sua galeria. Depois, pelo valor milionário pago pela CBF ao campeão. A Raposa faturou, no total, cerca de R$ 62 milhões. Por fim, a vaga direta (para a fase de grupos) na Libertadores do ano que vem. Outra conquista nacional O Cruzeiro já havia ganhado, no início de abril, o título do Campeonato Mineiro, após bater o maior rival, o Atlético-MG, no Mineirão. A equipe de Mano Menezes, que havia perdido por 3 a 1 no jogo de ida, no Independência, inverteu a vantagem do adversário, fez 2 a 0 e ganhou o Estadual. Mas a competição valeu mesmo um domínio local. Os objetivos cruzeirenses eram maiores. A Libertadores, pelo seu valor esportivo e a possibilidade de disputa do Mundial de Clubes, e a Copa do Brasil, pelas cifras, eram as prioridades. Se por um lado a equipe falhou na principal competição sul-americana, sendo eliminada pelo Boca Juniors (dadas as situações que ocorreram, a expulsão injusta de Dedé no jogo de ida, na Bombonera, mesmo com o uso do VAR, o que foi determinante para a derrora de 2 a 0 na Argentina - no Mineirão houve empate em 1 a 1), por outro a Copa do Brasil passou a ser a última chance de um título expressivo em 2018, visto que a Raposa usou reservas em muitos jogos do Brasileirão e ficou muito distante dos líderes. Henrique teve a honra de erguer a taça da Copa do Brasil 2018 — Foto: Marcos Ribolli Por ter disputado a Libertadores deste ano, a Raposa iniciou a disputa na Copa do Brasil nas oitavas de final, quando eliminou o Atlético-PR: vitória de 2 a 0 em Curitiba e empate em 1 a 1 no Mineirão. Nas quartas de final, venceu o Santos por 1 a 0 na Vila Belmiro, perdeu por 2 a 1 em Belo Horizonte, mas levou a vaga ao vencer por 3 a 0 nos pênaltis. Nas semifinais, outra vitória como visitante, desta vez 1 a 0 sobre o Palmeiras, em São Paulo. O empate em 1 a 1 no Mineirão garantiu a Raposa na decisão, contra o Corinthians. Campeão brasileiro em 2013 e 2014, o Cruzeiro, que levantou a Copa do Brasil no ano passado, voltou a ganhar uma competição nacional. Com isso, passou a ser o maior conquistador de títulos nacionais nos anos 2000 (sete troféus contra seis do Corinhians), além de ter se isolado como o maior vencedor da Copa do Brasil (seis títulos contra cinco do Grêmio). Para finalizar, o time mineiro tornou-se o primeiro a ganhar o tornio em dois anos consecutivos (2017 e 2018). O único time que teve a chance foi o Grêmio, campeão em 1994, mas que perdeu a final em 1995. Cofres cheios A confirmação do título da Copa do Brasil rendeu ao Cruzeiro mais R$ 50 milhões, prêmio dado ao campeão (se fosse vice, levaria R$ 20 milhões). Com isso, a premiação acumulada na competição foi de R$ 61,9 milhões (R$ 2,4 milhões pelas oitavas de final, R$ 3 milhões por ter chegado às quartas, R$ 6,5 milhões por ter avançado às semifinais e o prêmio pela conquista). Desta forma, se levarmos em conta a premiação recebida na Libertadores, o valor total arrecadado em 2018 chega aos R$ 73 milhões. Na competição continental, o clube recebeu US$ 1,8 milhão (R$ 5,95 milhões) pelas três partidas como mandante, US$ 750 mil (R$ 2,48 milhões) nas oitavas, e US$ 950 mil (R$ 3,14 milhões) nas quartas de final. Premiação acumulada na Copa do Brasil foi de R$ 61,9 milhões — Foto: Marcos Ribolli Assim, financeiramente, o Cruzeiro vai ter a chance de colocar a casa em ordem. As finanças do clube foram tema de discussões, principalmente, desde o fim do ano passado. Farpas foram trocadas no início de 2018 quando a atual direção do Cruzeiro assumiu o clube. A situação econômica encontrada foi alvo de críticas feita pela cúpula chefiada pelo presidente Wagner Pires de Sá. O antecessor, Gilvan de Pinho Tavares, rebateu as acusações. Fato é que o Cruzeiro ficou no centro de um turbilhão de cálculos. O balanço publicado no fim de abril - quase na última hora, por causa da Lei Pelé e do Estatuto do Torcedor - foi contestado pela atual diretoria. As contas foram revisadas no mês de setembro por uma terceira auditoria contratada à parte pelo Cruzeiro. Do superávit de R$ 30 milhões apontado no primeiro semestre, o número se tornou negativo: déficit de R$ 16,8 milhões. Nos últimos dados levantados - aos quais o GloboEsporte.com teve acesso – foi possível ver que o Cruzeiro adquiriu R$ 71,2 milhões em empréstimos bancários para pagar dívidas da gestão passada. Entre elas, premiação pelo título da Copa do Brasil 2017, salários atrasados e direito de imagens, além de outras pendências não especificadas. Com o hexa da Copa do Brasil, o Cruzeiro terá um fôlego a mais para "equilibrar" a balança: R$ 73 milhões de premiações contra R$ 71,2 milhões do empréstimo. Tudo isso, obviamente, sem levar em conta outras despesas de custo, principalmente, em termos de premiação ao grupo, logística e fiscais. Libertadores, outra vez O título da Copa do Brasil ainda garantiu o Cruzeiro diretamente na fase de grupos da Taça Libertadores do ano que vem. Desta forma, o clube terá uma nova oportunidade de tentar buscar o terceiro título da competição, já que ganhou em 1976 e em 1997, e, consequentemente, a chance de voltar a disputar o Mundial de Clubes. A diretoria cruzeirense terá um tempo para planejar, junto com o técnico Mano Menezes (que tem contrato até o fim de 2019), a equipe para a próxima Libertadores.

Por clássico, Corinthians freta avião; Díaz e Romero vão ao Paraguai

access_time11/10/2018 08:48

O Corinthians fretou um avião na noite desta quarta-feira para levar o seu elenco a São Paulo e ter a melhor preparação possível para o clássico contra o Santos, no sábado, às 19h (de Brasília), no estádio do Pacaembu. Ciente da importância do embate contra o rival, a diretoria fez com que o elenco deixasse o estádio do Mineirão, onde foi superado por 1 a 0 pelo Cruzeiro, diretamente para o aeroporto da Pampulha, de onde partiu um avião durante a madrugada para São Paulo. A avaliação dos alvinegros foi de que era necessário esse período de recuperação maior já na cidade de São Paulo, podendo preparar a equipe da melhor forma possível para o embate. O técnico Jair Ventura já deixou claro que não vai utilizar a equipe titular, dando descanso aos atletas vislumbrando o reencontro com o Cruzeiro, na próxima quarta-feira, no dia 17. O fato de voarem logo após o duelo fez com que poucos jogadores parassem para a atender a imprensa na zona mista improvisada do estádio. Jadson e Emerson Sheik, os dois últimos a deixar o vestiário, por exemplo, pediram desculpas e disseram que o ônibus já estava de saída. Quem destoou do restante do elenco foi a dupla de atacantes paraguaios Ángel Romero e Sérgio Díaz. Convocados para um período de treinos da seleção, eles saíram do vestiário sem o uniforme de viagem do clube, já trajados com roupas sociais. Ambos são esperados para o trabalho da tarde na capital Assunção, sob a batuta do técnico Juan Carlos Osorio. Com o resultado do embate, o Corinthians, que contou com uma linda festa da torcida para se aguentar em campo. agora precisa vencer por dois gols de diferença em casa para reverter a vantagem adversária e conseguir chegar ao seu quarto título da competição. Do outro lado, os mineiros terão de empatar para segurar o resultado e conquistar o sexto troféu do torneio na sua história, sendo o segundo consecutivo. Vitória simples dos paulistas leva a decisão aos pênaltis.

1ª taça de Felipão e vaga na Liberta: Copa do Brasil 1998 faz 20 anos

access_time30/05/2018 10:01

Adversários pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro, Palmeiras e Cruzeiro coincidentemente decidiram a edição de 1998 da Copa do Brasil há exatos 20 anos. No dia 30 de maio, com uma vitória por 2 a 0, Luiz Felipe Scolari iniciou sua galeria de títulos pelo clube alviverde e garantiu presença na Libertadores 1999. No primeiro jogo, disputado no Mineirão, o Cruzeiro venceu com gol de Fabio Júnior. Na partida decisiva, realizada no Morumbi, Paulo Nunes abriu o placar para o Palmeiras e, aos 44 minutos do segundo tempo, mesmo sem ângulo, Oseás praticamente garantiu o título ao aproveitar rebote do goleiro Paulo César após falta de Zinho. “Palmeiras realiza seu sonho”, manchetou o tradicional jornal A Gazeta Esportiva na edição do dia 31 de maio de 1998. O periódico noticiou que que o time alviverde se “vingou” do Cruzeiro, já que perdeu a decisão da Copa do Brasil 1996 diante dos mineiros. “Na hora em que vi a bola sobrando, fechei os olhos e enchi o pé”, contou o herói Oséas em declaração reproduzida pelo jornal. “Nem vi se vinha chegando algum jogador pelo meio da área. O gol foi importante para apagar aquela imagem que ficou quando fiz o gol contra no jogo com o Corinthians”, disse, em alusão ao lance pelo Campeonato Paulista 1998. O goleiro Velloso, que falhou na final da Copa do Brasil 1996, também se sentiu redimido na época. “Daquela vez, escapou e, ultimamente, estávamos chegando, mas não tínhamos sorte na hora de decidir. Desta vez, não teve jeito. Somos os campeões”, festejou. Já Felipão citou o técnico de vôlei José Roberto Guimarães, o médico Osmar de Oliveira e a psicóloga Regina Brandão, que fizeram palestras motivacionais ao elenco. “Eles foram capazes de mostrar a importância de uma decisão. Estou muito satisfeito. Realmente, muito contente”, disse o gaúcho, campeão da Copa do Brasil pela terceira vez. A contratação do copeiro Felipão, realizada em 1997, foi uma aposta da co-gestão entre Palmeiras e Parmalat para conquistar a Copa Libertadores e disputar o Mundial Interclubes. Classificado ao torneio continental de 1999 graças ao título da Copa do Brasil 1998, o clube terminou como campeão. Escalados por Felipão no triunfo por 2 a 0 sobre o Cruzeiro, o zagueiro Roque Júnior, o lateral esquerdo Júnior, o volante Rogério, os meias Alex e Zinho e os atacantes Paulo Nunes e Oséas participaram da vitória nos pênaltis sobre o Deportivo Cali na final da Copa Libetadores 1999.