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access_time21/09/2020 08:28

A partir desta semana, oito aeronaves passarão a ser utilizadas pelo governo estadual para o combate

Mineradora e piscicultores são autuados por jogarem resíduos em córrego de MT

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Inflação da zona do euro em outubro é confirmada em maior alta de quase 6 anos

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access_time16/11/2018 09:07

A inflação na zona do euro subiu em outubro em seu ritmo mais rápido em quase seis anos, impulsionad

Notícias com a tag: economia

Apetite chinês faz exportação de soja crescer 33% e impulsa agronegócio

access_time12/08/2020 11:07

Quando o produtor de soja Rodrigo Pozzobon acelera a picape em direção à sua fazenda, situada no norte de Mato Grosso, no coração do pujante agronegócio no país afirma: "preciso tirar férias para ir à Europa passear, quando passar a pandemia". A frase desse engenheiro agrônomo resume o estado favorável do agronegócio no país, responsável por mais de um quinto do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Uma solidez estimulada pelo cenário favorável da demanda chinesa por grãos para alimentar frangos e porcos em meio à crise do novo coronavírus, pela guerra comercial entre China e Estados Unidos, e pela desvalorização de 25% do real em relação à moeda americana. Segundo dados oficiais, entre janeiro e julho as vendas externas de soja, principal produto de exportação do país, cresceram 36,3% em volume e 33,3% em faturamento em relação ao mesmo período de 2019. Foram quase 70 milhões de toneladas exportados, por US$ 23,8 bilhões. De acordo com analistas, isso pode reduzir o estoque de soja do maior produtor mundial do grão aos seus mínimos históricos, apesar da safra recorde deste ano. Após percorrer uma longa estrada de terra avermelhada, chega-se à "Fazenda Jaçanã", a propriedade de Pozzobon, que possui 2.350 hectares. Situada no município de Vera, a fazenda está dentro de Sorriso, considerada a capital do agronegócio no país, com uma área de 1,5 milhão de hectares cultiváveis, equivalente a metade do território da Bélgica. Os imensos campos de soja e milho estão vazios. A colheita aconteceu há algumas semanas e já foi vendida para as grandes tradings instaladas na área, como Cargill, Dreyfus, Bunge ou Cofco, que transporta esses grãos principalmente para a China, compradora de 72,6% da produção nos primeiros sete meses do ano. O cenário favorável no campo brasileiro contrasta com o restante da economia da principal economia latino-americana. Para 2020, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) prevê uma redução histórica de 6% no PIB, apesar do crescimento de 2% na agropecuária. "Impunidade" O agronegócio brasileiro, que entre janeiro e julho viu as exportações de carne bovina e suína crescerem respectivamente 32,3% e 51,7%, avança em clima de tensão por causa do aumento do desmatamento, que segue a tendência dos níveis altíssimos registrados no último ano. Uma vista aérea de Sorriso, Vera ou Sinop, grandes municípios produtores localizados no Mato Grosso, é suficiente para verificar a redução da vegetação original. A Amazônia estava relativamente protegida da expansão da soja graças a uma moratória negociada em 2006 entre ONGs, empresas e autoridades. Porém, as tensões aumentaram desde a chegada ao poder do presidente Jair Bolsonaro, abertamente defensor do uso da floresta para atividades de mineração e agricultura. "Há uma sensação de impunidade no campo que faz com que muitos fazendeiros avancem sobre a floresta, e esse pode estar sendo o caso de áreas que em breve serão convertidas em soja", contou Cristiane Mazzetti, da campanha do Amazonas do Greenpeace Brasil, à AFP. "Pecamos" Pozzobon, cuja família de descendência italiana faz parte da migração de produtores vindos do sul do país a partir dos anos 70, acredita que seja possível aumentar a produção sem devastar a floresta. Por exemplo, transformando em áreas de cultivo os milhões de hectares já desmatados e usados para pastagem. Segundo o produtor, há alguns anos os proprietários rurais são obrigados a deixar 80% de suas fazendas como reserva e usar apenas 20% para cultivo. "No passado pecamos porque desmatamos, algumas propriedades foram desmatadas mais do que o autorizado. Isso foi corrigido, e tiveram que fazer compensações ambientais", ressalta o engenheiro agrônomo. A destruição da floresta é uma das origens das queimadas que se espalham pela região amazônica durante a seca, que teve início em julho. Nas proximidades de Sinop, a AFP verificou várias áreas contendo palha seca de milho queimada, que chegavam a entrar na reserva florestal, até sumir naturalmente. Apesar de proibidas por lei desde julho, as queimadas são principalmente causadas por fazendeiros que usam o fogo para limpar uma área para o pasto ou por invasores que o utilizam para limpar áreas desmatadas.

Onça do ouro supera pela primeira vez os US$ 2.000

access_time04/08/2020 14:57

A onça do ouro atingiu um novo recorde nesta terça-feira, superando pela primeira vez os US$ 2.000 por volta das 16h15 GMT (12h15 de Mato Grosso), antes de recuar um pouco. O preço do ouro não parou de subir desde o início do ano, com um aumento de mais de 30%, graças ao seu status de porto seguro em um mercado dominado pela incerteza devido à pandemia de coronavírus, destaca a France Presse. A alta vem depois que, nos Estados Unidos, os democratas e a Casa Branca mostraram estar mais próximos de um acordo em torno de novos estímulos para auxiliar a economia atingida pelo coronavírus, enquanto de Wall Street subia à medida que os investidores aguardavam mais ajuda de Washington. Os preços do petróleo também avançavam com a perspectiva de um novo pacote, mas os rendimentos dos Treasuries caíram para o menor nível desde março em razão da demanda por ativos seguros e preocupações com o custo final de um projeto de estímulo. O ouro avançou para o nível psicologicamente importante de US$ 2.000 a onça depois que o principal democrata do Senado dos EUA disse que uma nova rodada de alívio ao coronavírus está se movendo na direção certa, embora os dois lados permaneçam distantes. O mercado de títulos, que está em desacordo com os mercados acionários devido aos estímulos e seu papel na economia, é cético quanto às perspectivas de uma recuperação do crescimento econômico no terceiro trimestre. "Há uma preocupação sobre quanto o pacote de estímulo ajudará a economia e o seu custo ao longo do tempo", disse à Reuters Kevin Giddis, estrategista-chefe de renda fixa da Raymond James.

Municípios devem receber R$ 240 milhões nesta terça-feira

access_time09/06/2020 08:38

O montante de R$ 240,5 milhões, correspondente à primeira parcela do auxílio financeiro emergencial previsto na Lei Complementar 173/2020, poderá cair na conta das prefeituras de Mato Grosso nesta terça-feira (9), de acordo com a Secretaria do Tesouro Nacional. A Medida Provisória que autoriza o repasse foi publicada na quinta-feira (4) em edição extra do Diário Oficial da União e abre crédito extraordinário de R$ 60.189.488.452,00 em favor de municípios, estados e Distrito Federal. Os municípios de Mato Grosso vão receber o total de R$ 961,2 milhões, em quatro parcelas, dos quais R$ 911,5 milhões poderão ser aplicados de forma livre pelos gestores e R$ 49,7 milhões deverão ser investimentos exclusivamente em saúde e assistência social. O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios – AMM, Neurilan Fraga, ressalta a importância do repasse, que representa uma conquista municipalista articulada junto ao  Governo Federal e Congresso Nacional, mas alerta que, pelos levantamentos realizados pela instituição, os recursos serão insuficientes para compensar todas as perdas. O auxílio visa a recomposição das quedas que os municípios tiveram com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços - ICMS e o Imposto sobre Serviços - ISS devido à redução da atividade econômica. “O auxílio será pago em quatro parcelas e terminará em setembro. Já sabemos quais serão os valores, por isso é importante bastante planejamento para manter a máquina em funcionamento, pois os repasses da União não irão compensar todas as perdas financeiras dos municípios”, frisou. Estimativa da AMM aponta que a redução na atividade econômica devido à pandemia poderá gerar uma redução de receita de R$ 1,3 bilhão para os municípios de Mato Grosso em 2020. Essas perdas se referem à queda do  ICMS e ISS, que possuem grande peso na composição das receitas municipais e estão sendo impactados devido à retração na produção e prestação de serviços. A projeção é que, mesmo com o repasse do auxílio emergencial de R$ 961 milhões, ainda haverá um déficit de mais de R$ 300 milhões que poderá prejudicar o funcionamento das administrações, afetando a autonomia financeira e a capacidade de investimento dos municípios. Fraga também ponderou também sobre a necessidade de transparência e critério na aplicação dos recursos, destacando que, mesmo que seja um período de calamidade pública, em que os recursos são aplicados de forma mais rápida para atender as necessidades com maior agilidade, é preciso cautela na aplicação dos repasses,  “e muita atenção com a transparência dos gastos para que a população saiba como o dinheiro está sendo utilizado”, ponderou. Em nível nacional, os R$ 23 bilhões que serão destinados para municípios de todo o país repõem apenas 30% das perdas que haverá até o final do ano. Segundo estimativas da Confederação Nacional dos Municípios, a previsão de queda de arrecadação até dezembro é de R$ 74 bilhões. A AMM, em parceria com a CNM, continua se mobilizando para aumentar o apoio financeiro para que as prefeituras passem por esse período de crise de forma mais sustentada. Além do auxílio emergencial, a União fará a compensação até julho deste ano das perdas do  Fundo de Participação dos Municípios - FPM de 2020 em relação ao ano passado. Considerando as projeções, o movimento municipalista trabalha para estender a recomposição das perdas do FPM até dezembro deste ano. 

Com pandemia, economia brasileira encolhe 1,5% no primeiro trimestre

access_time29/05/2020 08:03

A economia brasileira encolheu 1,5% no primeiro trimestre de 2020, com reflexo da pandemia do coronavírus, segundo o Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta sexta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Este foi o menor resultado para o período desde o segundo trimestre de 2015 (-2,1%).  O PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todos os bens e riquezas produzidos pelo país, chegou a R$ 1,803 trilhão no período.  O resultado do primeiro trimestre interrompe a sequência de quatro trimestres positivos.

EUA fecham acordo de US$ 2 tri para aliviar economia na crise

access_time25/03/2020 07:28

Nos Estados Unidos, senadores dos partidos Republicano e Democrata e a Casa Branca chegaram na madrugada desta quarta-feira (25) a um acordo sobre um plano federal de estímulos de US$ 2 trilhões para aliviar as consequências da pandemia do coronavírus sobre a economia do país. O pacote deverá auxiliar trabalhadores, empresas e o sistema de saúde. "Por fim, temos um acordo", afirmou o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, antes de citar um "nível de investimentos de tempos de guerra". O valor equivale a aproximadamente R$ 10,2 trilhões, o que representa um montante maior do que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em valores correntes, que em 2019 totalizou R$ 7,3 trilhões. O acordo, porém, ainda precisa ser afinado e detalhado. O pacote de estímulo poderá ser o mais amplo da história moderna americana. O texto do acordo só deve ser disponibilizado mais tarde nesta quarta-feira. Senado e Casa dos Representantes precisam aprovar a legislação antes de enviá-la à sanção do presidente Donald Trump. O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, chamou a medida de "maior pacote de resgate na histórica norte-americana", descrevendo-a como o "Plano Marshall" para hospitais e necessidades médicas, em referência ao programa financiado pelos EUA que ajudou a reconstruir a Europa após a Segunda Guerra Mundial. O que está previsto O pacote prevê remuneração direta à maioria dos americanos, ampliação de benefícios de seguro-desemprego, dinheiro para estados e um programa para pequenas empresas poderem remunerar funcionários que precisam ficar em casa para conter o contágio do coronavírus no país. Entre outras provisões, segundo a agência Reuters, o plano deve incluir: US$ 500 bilhões para fundo voltado a ajudar indústrias afetadas com empréstimos e uma quantia similar para pagamentos diretos de até US$ 3 mil para milhões de famílias dos EUA US$ 350 bilhões para empréstimos a pequenas empresas e 250 bilhões para auxílio-desemprego US$ 100 bilhõespara hospitais e sistemas de saúde, junto com dinheiro adicional para outras necessidades ligadas a saúde US$ 150 bilhões para ajuda a governos locais e estatais para combaterem o surto Negociações A maratona de negociações envolveu senadores republicanos e democratas e a equipe do presidente Donald Trump. O pacote quase não saiu porque legisladores democratas insistiram numa proteção mais ampla de trabalhadores e apontaram que um novo fundo de US$ 500 bilhões para auxiliar empresas em dificuldades devido à crise havia sido ignorado. Os democratas chegaram a barrar o acordo duas vezes, pedindo mais concessões. Os democratas desejavam uma supervisão maior dos empréstimos para as grandes empresas, além do pagamento de salários para os funcionários demitidos e mais recursos para os hospitais. Covid-19 nos EUA Desde o primeiro caso nos Estados Unidos em janeiro, o novo coronavírus matou 796 pessoas, segundo um balanço da Universidade Johns Hopkins. Mais de 55.000 pessoas foram infectadas no país. Para evitar contágios que poderiam provocar o colapso dos hospitais, 100 milhões de pessoas, quase um terço da população, receberam determinações para permanecer em suas casas, provocando a suspensão de aulas, o fechamento de milhares de estabelecimentos comerciais e a demissões de milhões de trabalhadores. Três congressistas foram diagnosticados com a COVID-19 e pelo menos 10 estão em quarentena, impedidos de votar.

Coronavírus e preço do petróleo provocam queda em bolsa chinesa

access_time09/03/2020 08:35

Os índices acionários da China caíram com força nesta segunda-feira (9), uma vez que os temores sobre o impacto econômico da epidemia do coronavírus foram exacerbados pela forte queda dos preços do petróleo que afetou os mercados financeiros em todo o mundo. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 3,42%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 3,01%. Houve queda generalizada entre os setores, pressionados pelo de matérias-primas e consumo. No dia, investidores estrangeiros venderam ações-A no valor de mais de 12 bilhões de iuanes (1,73 bilhões de dólares) através do Stock Connect que liga a China continental a Hong Kong em meio a uma corrida para comprar ativos menos arriscados. Ainda assim, as perdas foram limitadas em comparação com outros mercados, com o número de novos casos do vírus na China caindo e as expectativas de mais suporte por Pequim para ajudar a economia. . Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 5,07%, a 19.698 pontos. . Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 4,23%, a 25.040 pontos. . Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 3,01%, a 2.943 pontos. . O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 3,42%, a 3.997 pontos. . Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 4,19%, a 1.954 pontos. . Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 3,04%, a 10.977 pontos. . Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 6,03%, a 2.782 pontos. . Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 7,33%, a 5.760 pontos. Copyright © Thomson Reuters.

Investimento em ouro dribla coronavírus e salta 27% em 2 meses

access_time09/03/2020 08:32

Os brasileiros que apostaram na valorização do ouro têm bons motivos para comemorar. Ativo seguro em momentos de crise, o metal precioso driblou o surto de coronavírus e já acumula valorização superior a 27% em 2020. Desde o início de janeiro, o preço da grama do ouro saltou de R$ 195,96 para R$ 249,08. No mesmo período, o Ibovespa, principal índice de ações do Brasil, desabou mais de 15% e fechou o pregão da última sexta-feira (6) abaixo dos 100 mil pontos pela primeira vez desde outubro do ano passado. "Quando o mercado de Bolsa está em queda, você provavelmente vai ter um cenário de baixa no exterior também e o ouro, com certeza, estará caminhando no sentido contrário”, afirma Mauriciano Cavalcante, gerente de câmbio da Ourominas, que define o metal como um “porto-seguro em tempos de crise”. O professor de Economia do Ibmec SP Walter Franco explica que a movimentação favorável ao ouro ocorre sempre em momentos de insegurança e falta de clareza sobre o crescimento econômico. “É necessário compreender que o ouro é um ativo seguro”, observa. De acordo com Franco, a alta recente do dólar ante o real é outro fator ligado à valorização do ouro, que tem seu preço definido internacionalmente. “A alta que eu esperava já veio”, destaca ele, que já previa uma necessidade de reajuste no valor do metal. Como investir? Além de comprar barras de ouro, os interessados em aplicar parte de seus recursos no metal precioso têm a opção também de comprar contatos do ativo na Bolsa de Valores (OZ1D) ou apostar em fundos de investimentos atrelados ao ouro. Franco afirma que o ouro deve ser tratado apenas como um instrumento de diversificação de investimento e orienta a compra sempre daquele ativo que tenha mais liquidez. “Existe a opção de vocês comprar uma barrinha de ouro, mas é algo que tem uma liquides muito baixa. O ideal é você ter ativos indexados em ouro, que podem ser negociados de forma mais líquida", recomenda o professor do Ibmec SP. Cavalcante alerta também para a volatilidade do mercado de ouro e afirma que “não se pode ficar brincando muito”.

Começa nesta segunda o prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda 2020

access_time02/03/2020 08:01

Começou nesta segunda-feira (2), às 8h, a temporada de entrega da entrega da declaração do Imposto de Renda 2020 (ano-base 2019). O prazo vai até as 23h59 do dia 30 de abril, mas os contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, receberão mais cedo as restituições do Imposto de Renda, se tiverem direito a ela. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade.. A multa para o contribuinte que não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo será de, no mínimo, R$ 165,74. O valor máximo será correspondente a 20% do imposto devido. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2020 O programa para fazer a declaração está disponível no site da Receita (clique aqui). A Receita Federal espera receber 32 milhões de declarações. As restituições começarão a ser pagas em maio e seguem até setembro para os contribuintes cujas declarações não caíram na malha fina. Vale lembrar que idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade. Quem deve declarar? Deve declarar o IR neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado. Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; Quem obteve, em qualquer mês de 2019, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; Quem teve, em 2019, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; Quem tinha, até 31 de dezembro de 2019, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2019; Quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda. Principais novidades Uma das novidades na declaração do IR deste ano é que a dedução de gastos dos patrões com a previdência de empregados domésticos não será mais permitida. O benefício levou a uma renúncia fiscal de cerca de R$ 674 milhões em 2019 e não foi prorrogado. Com seu fim, a estimativa do Ministério da Economia é a de elevar a arrecadação em aproximadamente R$ 700 milhões. Outra alteração é que, em 2020, é as restituições serão pagas em cinco lotes, e não mais em sete, e o primeiro lote do IR será liberado em maio – até o ano passado, os lotes começavam a ser liberados em junho. Os outro quatro lotes de restituição neste ano serão pagos em junho, julho, agosto e setembro. O Fisco também informou que, a partir deste ano, as doações a fundos de idosos, feitas diretamente na declaração do IR, neste ano (e não somente no ano-base 2019), também podem ser deduzidas no Imposto de Renda até o limite de 3% do imposto devido. Também, ao limite global de 6% para todas deduções (incluindo doações a outros fundos). Aqueles que tiverem a declaração retida, devem retificar as informações, por meio da declaração retificadora, ou aguardarem para apresentar a documentos comprobatórios ao Fisco e confirmar as informações prestadas. Sem correção da tabela do Imposto de Renda A tabela do Imposto de Renda não foi corrigida no ano passado e, segundo informações divulgadas pelo governo, também não há previsão de que ela seja atualizada neste ano. Quando a tabela não é corrigida, mais trabalhadores podem passar a pagar imposto, desde que seus salários sejam corrigidos pela inflação. Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional), nos últimos 20 anos não houve correção da tabela do IR em quatro governo diferentes. No acumulado de 1996 a 2019, a defasagem é de 103%. A correção da tabela, se implementada, diminuiria a retenção do IR pelo governo federal e beneficiaria principalmente as classes média e alta - que possuem renda sujeitas à taxação.

FMI eleva perspectiva de crescimento do Brasil em 2020 após reforma da Previdência

access_time20/01/2020 11:20

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou sua perspectiva de crescimento do Brasil em 2020, o que ajudou a conter a pressão negativa de México e Chile sobre a estimativa para a América Latina. Na revisão de seu relatório Perspectiva Econômica Global, divulgada nesta segunda-feira, o FMI passou a ver um crescimento de 2,2% do Brasil neste ano, 0,2 ponto percentual a mais do que no relatório de outubro. Para 2019 também houve melhora da projeção, de 0,3 ponto, a 1,2%. O IBGE divulga os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre e do ano de 2019 em 4 de março. De acordo com o FMI, a revisão para cima da estimativa para este ano deve-se “à melhora do sentimento após a aprovação da reforma da Previdência e à redução dos problemas de oferta no setor de mineração”. As perspectivas melhores para o Brasil compensaram revisões para baixo do crescimento do México em 2020 e 2021, entre outros motivos pela fraqueza contínua do investimento, além de uma forte redução para o Chile após manifestações sociais. Agora, a estimativa de crescimento da América Latina é de 1,6% em 2020 e 2,3% em 2021, respectivamente cortes de 0,2 e 0,1 ponto percentual. Para os mercados emergentes e em desenvolvimento, o FMI prevê expansão de 4,4% em 2020 e 4,6% em 2021, ante os 3,7% estimados para 2019. As contas para este ano e o próximo, entretanto, foram reduzidas em 0,2 ponto percentual cada em relação ao prognóstico de outubro.

Mato Grosso atinge a marca de R$ 2,1 bilhões recolhidos em tributos nos primeiros 17 dias de 2020

access_time20/01/2020 11:03

Nos primeiros 17 dias do ano, os mato-grossenses já pagaram em tributos mais de R$ 2,1 bilhões aos cofres públicos. O Boletim Impostômetro, feito pela Fecomércio-MT na sexta-feira (17), lembra que os brasileiros devem passar 153 dias do ano trabalhando só para pagar todos os tributos municipais, estaduais e federais. No país, os contribuintes já desembolsaram mais de R$ 140 bilhões, ou seja, Mato Grosso corresponde a 1,25% do total arrecadado em todo o território nacional. O Impostômetro considera todos os valores arrecadados pelas três esferas de governo a título de tributos, que são os impostos, as taxas e as contribuições, incluindo as multas, juros e correção monetária cobradas. Ainda de acordo com o Impostômetro, Mato Grosso arrecadou em 2019 o valor de R$ 36.728 bilhões. Já o país atingiu a marca de R$ 2,5 trilhões de reais no ano. O montante, se fosse aplicado na poupança, renderia de juros quase R$ 337 mil por minuto. A Fecomércio-MT lembra à população de Cuiabá e região que eles também podem acompanhar o montante arrecadado segundo a segundo pelo site ou no telão instalado em frente à sede da entidade, localizado na avenida Historiador Rubens de Mendonça, no Centro Político Administrativo (CPA), na capital.