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Peixoto de Azevedo recebe a quinta parcela do PNAE

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A quinta parcela do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) no valor R$ 41.953,20, foi trans

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Notícias com a tag: economia

Com pandemia, economia brasileira encolhe 1,5% no primeiro trimestre

access_time29/05/2020 08:03

A economia brasileira encolheu 1,5% no primeiro trimestre de 2020, com reflexo da pandemia do coronavírus, segundo o Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgado nesta sexta-feira (29) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Este foi o menor resultado para o período desde o segundo trimestre de 2015 (-2,1%).  O PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todos os bens e riquezas produzidos pelo país, chegou a R$ 1,803 trilhão no período.  O resultado do primeiro trimestre interrompe a sequência de quatro trimestres positivos.

EUA fecham acordo de US$ 2 tri para aliviar economia na crise

access_time25/03/2020 07:28

Nos Estados Unidos, senadores dos partidos Republicano e Democrata e a Casa Branca chegaram na madrugada desta quarta-feira (25) a um acordo sobre um plano federal de estímulos de US$ 2 trilhões para aliviar as consequências da pandemia do coronavírus sobre a economia do país. O pacote deverá auxiliar trabalhadores, empresas e o sistema de saúde. "Por fim, temos um acordo", afirmou o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, antes de citar um "nível de investimentos de tempos de guerra". O valor equivale a aproximadamente R$ 10,2 trilhões, o que representa um montante maior do que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em valores correntes, que em 2019 totalizou R$ 7,3 trilhões. O acordo, porém, ainda precisa ser afinado e detalhado. O pacote de estímulo poderá ser o mais amplo da história moderna americana. O texto do acordo só deve ser disponibilizado mais tarde nesta quarta-feira. Senado e Casa dos Representantes precisam aprovar a legislação antes de enviá-la à sanção do presidente Donald Trump. O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, chamou a medida de "maior pacote de resgate na histórica norte-americana", descrevendo-a como o "Plano Marshall" para hospitais e necessidades médicas, em referência ao programa financiado pelos EUA que ajudou a reconstruir a Europa após a Segunda Guerra Mundial. O que está previsto O pacote prevê remuneração direta à maioria dos americanos, ampliação de benefícios de seguro-desemprego, dinheiro para estados e um programa para pequenas empresas poderem remunerar funcionários que precisam ficar em casa para conter o contágio do coronavírus no país. Entre outras provisões, segundo a agência Reuters, o plano deve incluir: US$ 500 bilhões para fundo voltado a ajudar indústrias afetadas com empréstimos e uma quantia similar para pagamentos diretos de até US$ 3 mil para milhões de famílias dos EUA US$ 350 bilhões para empréstimos a pequenas empresas e 250 bilhões para auxílio-desemprego US$ 100 bilhõespara hospitais e sistemas de saúde, junto com dinheiro adicional para outras necessidades ligadas a saúde US$ 150 bilhões para ajuda a governos locais e estatais para combaterem o surto Negociações A maratona de negociações envolveu senadores republicanos e democratas e a equipe do presidente Donald Trump. O pacote quase não saiu porque legisladores democratas insistiram numa proteção mais ampla de trabalhadores e apontaram que um novo fundo de US$ 500 bilhões para auxiliar empresas em dificuldades devido à crise havia sido ignorado. Os democratas chegaram a barrar o acordo duas vezes, pedindo mais concessões. Os democratas desejavam uma supervisão maior dos empréstimos para as grandes empresas, além do pagamento de salários para os funcionários demitidos e mais recursos para os hospitais. Covid-19 nos EUA Desde o primeiro caso nos Estados Unidos em janeiro, o novo coronavírus matou 796 pessoas, segundo um balanço da Universidade Johns Hopkins. Mais de 55.000 pessoas foram infectadas no país. Para evitar contágios que poderiam provocar o colapso dos hospitais, 100 milhões de pessoas, quase um terço da população, receberam determinações para permanecer em suas casas, provocando a suspensão de aulas, o fechamento de milhares de estabelecimentos comerciais e a demissões de milhões de trabalhadores. Três congressistas foram diagnosticados com a COVID-19 e pelo menos 10 estão em quarentena, impedidos de votar.

Coronavírus e preço do petróleo provocam queda em bolsa chinesa

access_time09/03/2020 08:35

Os índices acionários da China caíram com força nesta segunda-feira (9), uma vez que os temores sobre o impacto econômico da epidemia do coronavírus foram exacerbados pela forte queda dos preços do petróleo que afetou os mercados financeiros em todo o mundo. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 3,42%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 3,01%. Houve queda generalizada entre os setores, pressionados pelo de matérias-primas e consumo. No dia, investidores estrangeiros venderam ações-A no valor de mais de 12 bilhões de iuanes (1,73 bilhões de dólares) através do Stock Connect que liga a China continental a Hong Kong em meio a uma corrida para comprar ativos menos arriscados. Ainda assim, as perdas foram limitadas em comparação com outros mercados, com o número de novos casos do vírus na China caindo e as expectativas de mais suporte por Pequim para ajudar a economia. . Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 5,07%, a 19.698 pontos. . Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 4,23%, a 25.040 pontos. . Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 3,01%, a 2.943 pontos. . O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 3,42%, a 3.997 pontos. . Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 4,19%, a 1.954 pontos. . Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 3,04%, a 10.977 pontos. . Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 6,03%, a 2.782 pontos. . Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 7,33%, a 5.760 pontos. Copyright © Thomson Reuters.

Investimento em ouro dribla coronavírus e salta 27% em 2 meses

access_time09/03/2020 08:32

Os brasileiros que apostaram na valorização do ouro têm bons motivos para comemorar. Ativo seguro em momentos de crise, o metal precioso driblou o surto de coronavírus e já acumula valorização superior a 27% em 2020. Desde o início de janeiro, o preço da grama do ouro saltou de R$ 195,96 para R$ 249,08. No mesmo período, o Ibovespa, principal índice de ações do Brasil, desabou mais de 15% e fechou o pregão da última sexta-feira (6) abaixo dos 100 mil pontos pela primeira vez desde outubro do ano passado. "Quando o mercado de Bolsa está em queda, você provavelmente vai ter um cenário de baixa no exterior também e o ouro, com certeza, estará caminhando no sentido contrário”, afirma Mauriciano Cavalcante, gerente de câmbio da Ourominas, que define o metal como um “porto-seguro em tempos de crise”. O professor de Economia do Ibmec SP Walter Franco explica que a movimentação favorável ao ouro ocorre sempre em momentos de insegurança e falta de clareza sobre o crescimento econômico. “É necessário compreender que o ouro é um ativo seguro”, observa. De acordo com Franco, a alta recente do dólar ante o real é outro fator ligado à valorização do ouro, que tem seu preço definido internacionalmente. “A alta que eu esperava já veio”, destaca ele, que já previa uma necessidade de reajuste no valor do metal. Como investir? Além de comprar barras de ouro, os interessados em aplicar parte de seus recursos no metal precioso têm a opção também de comprar contatos do ativo na Bolsa de Valores (OZ1D) ou apostar em fundos de investimentos atrelados ao ouro. Franco afirma que o ouro deve ser tratado apenas como um instrumento de diversificação de investimento e orienta a compra sempre daquele ativo que tenha mais liquidez. “Existe a opção de vocês comprar uma barrinha de ouro, mas é algo que tem uma liquides muito baixa. O ideal é você ter ativos indexados em ouro, que podem ser negociados de forma mais líquida", recomenda o professor do Ibmec SP. Cavalcante alerta também para a volatilidade do mercado de ouro e afirma que “não se pode ficar brincando muito”.

Começa nesta segunda o prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda 2020

access_time02/03/2020 08:01

Começou nesta segunda-feira (2), às 8h, a temporada de entrega da entrega da declaração do Imposto de Renda 2020 (ano-base 2019). O prazo vai até as 23h59 do dia 30 de abril, mas os contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, receberão mais cedo as restituições do Imposto de Renda, se tiverem direito a ela. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade.. A multa para o contribuinte que não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo será de, no mínimo, R$ 165,74. O valor máximo será correspondente a 20% do imposto devido. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2020 O programa para fazer a declaração está disponível no site da Receita (clique aqui). A Receita Federal espera receber 32 milhões de declarações. As restituições começarão a ser pagas em maio e seguem até setembro para os contribuintes cujas declarações não caíram na malha fina. Vale lembrar que idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade. Quem deve declarar? Deve declarar o IR neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado. Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado; Quem obteve, em qualquer mês de 2019, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; Quem teve, em 2019, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural; Quem tinha, até 31 de dezembro de 2019, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil; Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2019; Quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda. Principais novidades Uma das novidades na declaração do IR deste ano é que a dedução de gastos dos patrões com a previdência de empregados domésticos não será mais permitida. O benefício levou a uma renúncia fiscal de cerca de R$ 674 milhões em 2019 e não foi prorrogado. Com seu fim, a estimativa do Ministério da Economia é a de elevar a arrecadação em aproximadamente R$ 700 milhões. Outra alteração é que, em 2020, é as restituições serão pagas em cinco lotes, e não mais em sete, e o primeiro lote do IR será liberado em maio – até o ano passado, os lotes começavam a ser liberados em junho. Os outro quatro lotes de restituição neste ano serão pagos em junho, julho, agosto e setembro. O Fisco também informou que, a partir deste ano, as doações a fundos de idosos, feitas diretamente na declaração do IR, neste ano (e não somente no ano-base 2019), também podem ser deduzidas no Imposto de Renda até o limite de 3% do imposto devido. Também, ao limite global de 6% para todas deduções (incluindo doações a outros fundos). Aqueles que tiverem a declaração retida, devem retificar as informações, por meio da declaração retificadora, ou aguardarem para apresentar a documentos comprobatórios ao Fisco e confirmar as informações prestadas. Sem correção da tabela do Imposto de Renda A tabela do Imposto de Renda não foi corrigida no ano passado e, segundo informações divulgadas pelo governo, também não há previsão de que ela seja atualizada neste ano. Quando a tabela não é corrigida, mais trabalhadores podem passar a pagar imposto, desde que seus salários sejam corrigidos pela inflação. Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco Nacional), nos últimos 20 anos não houve correção da tabela do IR em quatro governo diferentes. No acumulado de 1996 a 2019, a defasagem é de 103%. A correção da tabela, se implementada, diminuiria a retenção do IR pelo governo federal e beneficiaria principalmente as classes média e alta - que possuem renda sujeitas à taxação.

FMI eleva perspectiva de crescimento do Brasil em 2020 após reforma da Previdência

access_time20/01/2020 11:20

O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou sua perspectiva de crescimento do Brasil em 2020, o que ajudou a conter a pressão negativa de México e Chile sobre a estimativa para a América Latina. Na revisão de seu relatório Perspectiva Econômica Global, divulgada nesta segunda-feira, o FMI passou a ver um crescimento de 2,2% do Brasil neste ano, 0,2 ponto percentual a mais do que no relatório de outubro. Para 2019 também houve melhora da projeção, de 0,3 ponto, a 1,2%. O IBGE divulga os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre e do ano de 2019 em 4 de março. De acordo com o FMI, a revisão para cima da estimativa para este ano deve-se “à melhora do sentimento após a aprovação da reforma da Previdência e à redução dos problemas de oferta no setor de mineração”. As perspectivas melhores para o Brasil compensaram revisões para baixo do crescimento do México em 2020 e 2021, entre outros motivos pela fraqueza contínua do investimento, além de uma forte redução para o Chile após manifestações sociais. Agora, a estimativa de crescimento da América Latina é de 1,6% em 2020 e 2,3% em 2021, respectivamente cortes de 0,2 e 0,1 ponto percentual. Para os mercados emergentes e em desenvolvimento, o FMI prevê expansão de 4,4% em 2020 e 4,6% em 2021, ante os 3,7% estimados para 2019. As contas para este ano e o próximo, entretanto, foram reduzidas em 0,2 ponto percentual cada em relação ao prognóstico de outubro.

Mato Grosso atinge a marca de R$ 2,1 bilhões recolhidos em tributos nos primeiros 17 dias de 2020

access_time20/01/2020 11:03

Nos primeiros 17 dias do ano, os mato-grossenses já pagaram em tributos mais de R$ 2,1 bilhões aos cofres públicos. O Boletim Impostômetro, feito pela Fecomércio-MT na sexta-feira (17), lembra que os brasileiros devem passar 153 dias do ano trabalhando só para pagar todos os tributos municipais, estaduais e federais. No país, os contribuintes já desembolsaram mais de R$ 140 bilhões, ou seja, Mato Grosso corresponde a 1,25% do total arrecadado em todo o território nacional. O Impostômetro considera todos os valores arrecadados pelas três esferas de governo a título de tributos, que são os impostos, as taxas e as contribuições, incluindo as multas, juros e correção monetária cobradas. Ainda de acordo com o Impostômetro, Mato Grosso arrecadou em 2019 o valor de R$ 36.728 bilhões. Já o país atingiu a marca de R$ 2,5 trilhões de reais no ano. O montante, se fosse aplicado na poupança, renderia de juros quase R$ 337 mil por minuto. A Fecomércio-MT lembra à população de Cuiabá e região que eles também podem acompanhar o montante arrecadado segundo a segundo pelo site ou no telão instalado em frente à sede da entidade, localizado na avenida Historiador Rubens de Mendonça, no Centro Político Administrativo (CPA), na capital.