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Notícias com a tag: exportacao

Hong Kong veta importação de frango da brasileira Aurora por preocupação com vírus

access_time18/08/2020 08:52

A terceira maior processadora de carne de frango e suína do Brasil, Aurora Alimentos, confirmou na noite de segunda-feira um veto de Hong Kong a importações de sua unidade de frango de Xaxim, em Santa Catarina, por preocupações com o coronavírus. A confirmação do veto veio no mesmo dia em que a empresa concordou em testar 11 mil trabalhadores para coronavírus a partir de 21 de agosto em quatro de suas fábricas, segundo um comunicado do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Santa Catarina. A Aurora, que na semana passada foi identificada por autoridades chinesas como origem de produtos de frango nos quais teriam sido encontrados traços de coronavírus, manifestou-se sobre a situação e seus próximos passos por meio de um comunicado da Associação Brasileira e Proteína Animal (ABPA). “Sobre o anúncio feito pelas autoridades de Hong Kong, a ABPA informa que está apoiando a companhia para a apresentação de esclarecimentos”, afirmou o comunicado. A ABPA reiterou que não há evidência de que o novo coronavírus seja transmitido por alimentos. A Aurora não foi oficialmente notificada sobre a decisão de Hong Kong, disse a ABPA, acrescentando que ela pode recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) para resolver a questão, uma vez que o veto “não tem base científica”. Pelo acordo entre a Aurora e procuradores anunciado na segunda-feira, os testes para coronavírus serão realizados em dois estágios, com intervalos de 14 a 31 dias em quatro unidades. A Aurora pagará por testes com método RT-PCR para os trabalhadores de Guatambu, Xaxim e de duas unidades em Chapecó, segundo o comunicado do MTP. Cerca de 2.279 funcionários serão testados na unidade de Xaxim. Um total de 22 mil testes deve ser aplicado, o que representa 10% dos testes totais já realizados no Estado de Santa Catarina desde o início da pandemia, segundo o MPT.

Maior produtor de carne bovina do país, Mato Grosso deve voltar a exportar para os Estados Unidos

access_time26/02/2020 16:21

Mato Grosso pode voltar a exportar carne bovina para o exterior a partir deste mês. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou que o país pode voltar a exportar carne in natura para os Estados Unidos. Devido à abertura do mercado de exportação, o estado deve ser beneficiado, já que é o maior exportador de carne bovina do país. Em 2019, ao todo, foram produzidas 428,11 mil toneladas de carne, o que corresponde a um aumento de 21,89% em comparação com 2018. O estado conta atualmente com um rebanho de mais de 30 milhões de animais. O comunicado do Mapa foi divulgado na sexta-feira (21). Segundo o Mapa, as compras de cortes bovinos do país foram suspensas pelos Estados Unidos em 2017, devido às repercussões provocadas pela vacina contra a febre aftosa nos rebanhos. A previsão de retomada das exportações não foi divulgada, mas, segundo o Ministério, a comercialização pode começar a partir da divulgação. De acordo com a ministra Tereza Cristina, a notícia foi recebida com muita satisfação e estava sendo esperada há muito tempo pela pasta. “Uma notícia que esperávamos com ansiedade há algum tempo e que hoje eu tive a felicidade de receber. É uma ótima notícia, porque isso traz o reconhecimento da qualidade da carne brasileira por um mercado tão importante como o americano", afirmou. O Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Ministério, antes de começar as exportações, deve enviar uma lista atualizada de estabelecimentos que estão aptos e certificados a comercialização.

Safra brasileira cresce mais de 6% e bate recorde em 2019, diz IBGE

access_time08/01/2020 09:22

A safra agrícola brasileira bateu recorde em 2019 e alcançou 241,5 milhões de toneladas, um crescimento de 6,6% na comparação com 2018, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (8). Segundo o IBGE, o recorde anterior foi em 2017, quando foram produzidas 238,4 milhões de toneladas. A estimativa da área colhida para 2019 foi de 63,2 milhões de hectares, apresentando crescimento de 3,7% frente à área colhida em 2018, (+ 2,3 milhões de hectares). O arroz, o milho e a soja representaram 92,8% da estimativa da produção e responderam por 87,0% da área colhida. Em relação a 2018, houve acréscimo de 7,0% na área do milho, de 2,6% na área da soja e de 41,9% para a área do algodão herbáceo e redução de 9,3% na área de arroz. Quanto à produção, ocorreram quedas de 3,7% para a soja e de 12,6% para o arroz e acréscimos de 23,6% para o milho e de 39,8% para o algodão herbáceo. Regionalmente, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 111,5 milhões de toneladas (46,2%); Sul, 77,2 milhões de toneladas (32,0%); Sudeste, 23,7 milhões de toneladas (9,8%); Nordeste, 19,2 milhões de toneladas (7,9%) Norte, 9,8 milhões de toneladas (4,1%). Todas as regiões, apresentaram aumento na produção, de acordo com instituto. Mato Grosso lidera como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 28,0%, seguido pelo Paraná (14,9%), Rio Grande do Sul (14,3%), Goiás (10,0%), Mato Grosso do Sul (7,9%) e Minas Gerais (6,0%), que, somados, representaram 81,1% do total nacional. O IBGE leva em conta o que foi produzido durante os 12 meses do ano. Diferentemente da Companhia Nacional de Abastecimento, que considera o calendário de safra, que começa em julho e termina junho do ano seguinte. Previsão é de novo recorde em 2020 Para a safra 2020, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas aponta para um novo recorde, de 243,2 milhões de toneladas, 0,7% acima da safra de 2019. As estimativas iniciais apontam uma redução de 7,2% na produção do milho e um crescimento de 7,8% na produção da soja. Levando em conta os cinco produtos de maior importância para a próxima safra, apenas o milho 2ª safra apresentou estimativa de produção menor que em 2019, de 10,4%. Apresentam variação positiva o algodão herbáceo (2,7%), o feijão 1ª safra (3,3%), o arroz (0,9%), o milho 1ª safra (1,8%) e a soja (7,8%). As estimativas das produções de soja (122,4 milhões de toneladas) e algodão (7,1 milhões de toneladas) são recordes da série histórica do IBGE.

Governo estuda liberar exportação de madeira in natura da Amazônia

access_time27/11/2019 14:03

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, confirmou que o governo federal estuda liberar a exportação de madeira in natura (sem nenhum tipo de beneficiamento) de árvores nativas da Amazônia. Esse tipo de atividade, hoje, é ilegal. A autorização foi solicitada ao ministério pelo setor madeireiro, que enxerga na mudança da legislação ambiental uma forma de incrementar as exportações. Salles reconheceu disse que o assunto está sendo analisado tecnicamente. “Há uma série de considerações feitas de parte a parte. De um lado, há os que entendem que isso poderia eventualmente estimular o mercado de desmatamento. Por outro lado, verificamos que [na construção da Usina Hidrelétrica de] em Belo Monte, cerca de 500 hectares [de vegetação] foram suprimidos sem nenhum aproveitamento da madeira, que continua sendo suprimida, por exemplo, na abertura de rodovias e em áreas privadas devido ao impedimento de aproveitá-las”, disse. O ministro disse que a autorização para exportação in natura pode ser uma alternativa viável para casos específicos. “A decisão será tomada de forma equilibrada, em um momento adequado”, garantiu o ministro, ao participar, hoje (27), de uma audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados. Óleo Salles disse ainda que o ministério colaborará com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que será instalada na Câmara dos Deputados para investigar o derramamento de óleo que atingiu aos nove estados do Nordeste, além do Espírito Santo e de um trecho do litoral do Rio de Janeiro. E afirmou não ver problemas na decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), que, na semana passada, autorizou a quebra de seu sigilo bancário. “Isso faz parte. Inclusive as informações já disponibilizadas foram prestadas por mim mesmo e, portanto, não há problema nenhum”, afirmou o ministro.