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Notícias com a tag: guerra

Militares ucranianos carregam corpos de soldados russos em vagões refrigerados

access_time14/05/2022 09:52

Autoridades militares ucranianas carregaram corpos de soldados russos em vagões refrigerados nesta sexta-feira, 13, após combates nas regiões de Kiev e Chernihiv. Volodymr Lyamzin, chefe da cooperação civil-militar da Ucrânia, disse que o país está agindo de acordo com a lei internacional. “De acordo com as normas do direito internacional humanitário, e a Ucrânia as está seguindo rigorosamente, após o término da fase ativa do conflito, os lados têm de devolver os corpos dos militares de outro país”, declarou. “A Ucrânia está pronta para devolver os corpos ao agressor”, acrescentou. Lyamzin disse que havia diversos trens refrigerados estacionados em diferentes regiões da Ucrânia, onde os corpos de soldados russos estavam sendo mantidos. “Neste trem refrigerado são mantidas várias centenas de corpos de ocupantes russos. A maioria deles foi trazida da região de Kiev, há alguns da região de Chernihiv e de algumas outras regiões também”, disse Lyamzin. Moscou chama sua invasão da Ucrânia de “operação militar especial” para desmilitarizar um vizinho que ameaça sua segurança. A Ucrânia nega representar uma ameaça e diz que a Rússia está travando uma guerra de agressão que já matou milhares de civis, deslocou milhões e destruiu cidades e vilas desde o início do conflito no final de fevereiro. *Com informações da Reuters

Crise de refugiados ucranianos é grave e pode travar políticas públicas de países vizinhos, alertam especialistas

access_time27/03/2022 11:29

Passado mais de um mês desde o início da invasão russa à Ucrânia, as consequências do início da guerra no Leste Europeu não se estendem às fronteiras do conflito. Em decorrência de bombardeios da Rússia, das destruições estruturais e do desalento econômico, um número elevado de cidadãos ucranianos tem deixado seu país. Segundo a plataforma do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, desde o início da guerra, em 24 de fevereiro, mais de 3,6 milhões de refugiados já ultrapassaram as divisas ucranianas. Estes dados são repassados à ONU por autoridades europeias situadas em pontos oficiais de passagens nas imigrações. Portanto, o número tende a ser maior. “Temos mais de 3 milhões e meio de pessoas que saíram do país, os refugiados, e já se estima em mais de 10 milhões dentro da Ucrânia, que são os deslocados. Se compararmos com a população total do país, de quase 45 milhões de pessoas, temos quase 30% da população ucraniana fora de suas casas”, pontua Alexandre Uehara, doutor em ciência política pela Universidade de São Paulo (USP). Os efeitos desta onda de pessoas que se desloca sem uma política de acolhimento é um total desequilíbrio econômico e estrutural que deve ser sentido apenas a “médio e longo prazo”, segundo o especialista. “Se a guerra se estender, como será a acomodação desse povo em termos de emprego, de renda? As crianças não terão escola.” Já Heni Ozi Cukier, deputado estadual de São Paulo e com trabalhos realizados no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), destaca que “história, cultura, proximidade geográfica e senso de empatia” beneficiam os ucranianos na hora de serem acolhidos por países vizinhos na Europa. “Mas quando o volume de gente for absurdo, você terá de discutir políticas de educação, saúde, transporte e habitação para tantas pessoas e o impacto da sociedade em absorver tudo isso”, avalia. “O problema será muito sério, longo e difícil de não ocorrer.” Imigração de refugiados sírios Em comparação, a Guerra da Síria, que teve início em março de 2011 e ainda não acabou, causou, em um curto espaço de tempo, a locomoção de quase 2 milhões de moradores locais que precisaram procurar abrigo fora de seu país de origem. As consequências desse fluxo migratório no Velho Continente são sentidas até hoje, diz Cukier. Segundo o especialista, a ascensão de partidos políticos ultranacionalistas, neonazistas ou com discurso anti-Europa são impactos causados pela fuga dos árabes do Oriente Médio à Europa. Outro problema derivado do deslocamento em massa foi ter colocado em cheque a essência do projeto europeu de ser uma zona de livre comercio e livre trânsito entre os países. “A crise de refugiados da Síria conseguiu acabar com isso temporariamente e levou um dos países membros a sair da aliança, o Reino Unido. O Brexit foi causado por isso. As consequências são sentidas ainda hoje, foram anos para o Brexit ser materializado”, salienta o deputado. Em dezembro de 2019, dias antes das eleições para primeiro-ministro no Reino Unido, o então candidato Boris Johnson declarou ao canal de televisão Sky News que, caso assumisse o controle do governo britânico, restringiria o número de imigrantes no bloco para que estes não tratem a Grã-Bretanha “como seu próprio país”. Há, porém, uma diferença crucial na tratativa entre os refugiados ucranianos e os sírios. “A retórica, no caso da Síria, era vincular Oriente Médio com terrorismo. Havia uma preocupação desse fluxo de pessoas que, entre elas, estivessem alguém que pudesse cometer atos terroristas”, explicou Uehara, após ressaltar que a prática xenofóbica não parece ocorrer com o fluxo migratório da população da Ucrânia. “Isso pode gerar situações onde os governos locais levantam recursos para acomodar os ucranianos, que geralmente são mulheres e seus filhos, já que os maridos ficaram para lutar em defesa do país. Então, será necessário destinar renda para essas famílias. O prolongamento da guerra pode prejudicar as políticas públicas dos outros países.” Políticas para refugiados ucranianos No Brasil, o governo federal autorizou a emissão de vistos temporários para ucranianos e apátridas que foram impactados pela invasão do Kremlin ao país vizinho. Segundo portaria interministerial publicada em conjunto com as pastas das Relações Exteriores e da Justiça e Segurança Pública, os refugiados oriundos da crise no Leste Europeu poderão permanecer em território brasileiro, inicialmente, por 180 dias. Após esse período, o imigrante poderá solicitar o direito à residência temporária de dois anos. Em solo norte-americano, o presidente Joe Biden anunciou recentemente que o país está disposto a receber até 100 mil refugiados provenientes da Ucrânia. Segundo o líder da Casa Branca, a prioridade será dada a quem tem parentes nos Estados Unidos. Não há prazo para a mudança destes imigrantes e a quantia anunciada pela Casa Branca engloba cidadãos que obterem novos vistos neste período. Com o programa “Casas para Ucrânia”, o Reino Unido pagará 350 libras (o equivalente a R$ 2.315,96) para famílias que ofereceram uma moradia a refugiados em um período mínimo de seis meses. Segundo o governo britânico, não será necessário provar que os refugiados ou os anfitriões têm parentesco ou relações familiares. Michael Gove, ministro da Habitação, afirmou em um comunicado que o momento é “sombrio” e que o “público britânico entende a necessidade de colocar o maior número de pessoas em segurança o mais rápido possível”. As políticas oferecidas pelas nações, porém, podem não ser o suficiente para lidar com a quantidade de famílias que passaram a procurar abrigo. “Neste momento, a Ucrânia gera uma comoção principalmente aos europeus que estão próximos. Não falam alemão, não falam francês, mas são europeus. E quando estes custos começarem a ser muito alto para a população dos países? Infelizmente, observamos que as ajudas, de maneira geral, são impactantes, mas, com o passar do tempo, perdem força”, opina Uehara. HOC, como é conhecido o parlamentar do Podemos, faz o mesmo questionamento e destaca que a perspectiva de refugiados ucranianos deve chegar a 8 milhões de imigrantes, mas acredita que as discussões sobre este grupo não serão prioridade enquanto a Rússia manter os bombardeios. “Talvez, daqui a um tempo, com o conflito mudando de estágio, haverá espaço para outras discussões. Uma delas, com certeza, será a dos refugiados. Não consigo ver isso não sendo um problema grave em breve”, lamenta Heni.

Guerra na Ucrânia completa um mês sem cessar-fogo no horizonte; relembre os principais acontecimentos

access_time24/03/2022 08:31

Há um mês, no dia 24 de fevereiro, o presidente russo, Vladimir Putin, ordenou que suas tropas invadissem a Ucrânia para começar uma “operação especial” na região. Segundo ele, essa era a única opção que tinha para alterar a situação de segurança. Fortes conflitos, ataques e bombardeios constantes têm sido relatados desde então em todas as cidades ucranianas. De acordo com a ONU, o conflito já deixou mais de 3 milhões de refugiados, quase 800 civis mortos e cerca de mil feridos. Logo no dia seguinte à invasão, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, já começou a pedir ajuda de países ocidentais e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), para que pudessem lutar contra os russos. Mariupol, um dos principais alvos e local que serve como ponte terrestre entre as forças russas na Crimeia, no sudoeste, e os territórios sob controle russo no norte e leste, estão completamente destruídos. A zona de exclusão, que contém a usina de Chernobyl, está nas mãos dos russos. Kharkiv, segunda maior cidade da Ucrânia, também foi tomada. A capital Kiev está resistindo aos ataques e ainda não foi dominada. A resistência dos ucranianos aos ataques das tropas de Putin faz com que a guerra se estenda, pois os russos não esperavam isso. Países ocidentais, como Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos, Polônia, têm mandado armamento para que a Ucrânia consiga defender a sua soberania. Os ataques de Putin ao país vizinho fizeram com que membros da Otan se manifestassem sobre o ocorrido e colocassem sanções econômicas sobre o presidente e os oligarcas da região — uma estratégia para que ele parasse a guerra. Fechamento de espaços aéreos, suspensão de serviço, fechamento de lojas, proibição da importação de petróleo russo e, sobretudo, a retirada dos bancos da Rússia do Swift foram algumas das medidas impostas para tentar frear as decisões de Putin. Ele, por sua vez, ficou quieto e também impôs sanções àqueles que fecharam as portas para o país. Bloqueio de redes sociais como Instagram, Facebook e Twitter, impossibilidade de exportação e importação de matérias-primas, proibição de transferência da moeda estrangeiras e outras imposições foi a forma que o líder russo encontrou para combater as medidas impostas a ele. As sanções já surtiram efeitos na região, e pessoas que moram lá dizem que já encontram dificuldades no dia a dia. Apesar de uma pesquisa mostrar como os veículos de comunicação têm feito com que os russos apoiam a guerra e acreditem no que está sendo passado pela mídia estatal russa, centenas de manifestantes saíram às ruas de Moscou, São Petersburgo e outros países para apoiarem a Ucrânia e pedirem o fim da guerra. Mas, em território russo, quem fez isso foi preso e quem chama ‘operação especial’ de guerra, corre o risco de ficar 15 anos presos. Desde o segundo dia de invasão, Zelensky pede por uma conversa diretamente com Putin para que cheguem a um cessar-fogo imediato, mas o presidente russo disse que não abre mão de suas exigências que envolvem: a Ucrânia assumir um status de país neutro, reconhecimento da independência das regiões separatistas de Donetsk e Luhansk, desistência da Crimeia e se comprometa a não entrar para nenhuma aliança militar, como a Otan e a União Europeia. Por várias vezes, o presidente ucraniano disse não aceitar as exigências de Putin, e chegou a falar que a ‘Ucrânia não pode aceitar ultimatos da Rússia’, entretanto, após um mês de guerra, Zelensky declarou estar pronto para “discutir todas as questões detalhadamente”, incluindo a entrega da região da Crimeia e Donbass, regiões pró-Rússia que foram tomadas por Putin. “Se eu tiver essa oportunidade e a Rússia tiver o desejo, passaremos por todas as perguntas”, disse Zelensky a jornalistas na terça-feira, 22. Representantes dos dois países já se reuniram quatro vezes para chegar a um cessar-fogo, mas até agora o único acordo entre os dois foi a criação de corredores humanitários para a evacuação dos civis em segurança.

Zelenskiy: Ucrânia merece ser membro pleno da União Europeia

access_time24/03/2022 08:01

A Ucrânia está lutando pela segurança de toda a Europa e deveria ser membro pleno da União Europeia (UE), disse o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy. Ele falou a parlamentares suecos nesta quinta-feira (24), em discurso por videoconferência. "Não estamos lutando apenas pelo povo da Ucrânia, mas pela segurança da Europa . Temos demonstrado que merecemos ser membro de pleno direito da UE", afirmou Zelenskiy ao Parlamento da Suécia. ONU Proposta apresentada pela Rússia pedindo acesso a auxílio e proteção a civis na Ucrânia, mas que não menciona o papel de Moscou na crise, foi rejeitado pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) nessa quarta-feira (23). Apenas Rússia e China votaram a favor. Os outros 13 membros se abstiveram. “Se a Rússia se importasse com a situação humanitária, pararia de bombardear crianças e com as suas táticas de sítio. Mas eles não fizeram isso”, disse a embaixadora do Reino Unido na ONU, Barbara Woodward, ao conselho, após a votação. A Rússia nega estar atacando civis. Resolução do Conselho de Segurança precisa de pelo menos nove votos a favor e nenhum veto de Rússia, China, Reino Unido, França ou Estados Unidos. A Rússia havia retirado uma proposta apresentada anteriormente ao conselho, após acusar países ocidentais de campanha “de pressão sem precedentes” contra a medida. Os EUA rejeitaram a acusação. *É proibida a reprodução deste conteúdo.

Rússia afirma que pode usar armas nucleares contra Ucrânia

access_time22/03/2022 19:32

Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, alegou nesta sexta-feira, 22, que a Rússia considera utilizar armas nucleares na guerra contra a Ucrânia caso a existência de seu país fosse ameaçada. A afirmação foi dada a uma agência de notícias local e o representante do governo de Vladimir Putin não deu detalhes de como seria uma provável ação militar nuclear em território ucraniano. O conflito no leste europeu chegou ao seu 27º dia consecutivo e a possibilidade de um confronto nuclear preocupa líderes ocidentais. Vladimir Putin pediu, no início da invasão, que seu armamento nuclear fosse posicionado. Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, porém, afirmou no dia 28 de fevereiro que a população norte-americana não deveria ficar preocupada com a possibilidade de uma guerra nuclear.

Ucrânia diz a civis que se preparem para bombardeios russos indiscriminados

access_time22/03/2022 08:00

Os militares da Ucrânia disseram nesta terça-feira, 22, que os civis do país devem se preparar para mais bombardeios russos indiscriminados contra a infraestrutura crítica. O comunicado ainda apontou que as forças da Rússia devem continuar usando “armas de alta precisão e munições indiscriminadas”. O porto de Mariupol, no sul, tornou-se um ponto focal do ataque da Rússia e está em grande parte em ruínas com corpos caídos nas ruas, mas os ataques também foram intensificados na última segunda, 21, na cidade de Kharkiv. Até o momento, o exército de Vladimir Putin não conseguiu capturar nenhuma grande cidade ucraniana em quase um mês desde o início da invasão e está recorrendo, cada vez mais, à destruição maciça de áreas residenciais com ataques aéreos, mísseis de longo alcance e artilharia.

Irã ataca tropas dos EUA no Iraque para vingar morte de general; Trump avalia reação

access_time08/01/2020 09:14

Forças iranianas lançaram mísseis contra bases militares que abrigam forças norte-americanas no Iraque nesta quarta-feira, em retaliação ao assassinato de um comandante iraniano pelos Estados Unidos e aumentando o conflito com os EUA em meio a temores de uma guerra mais ampla no Oriente Médio. Em discurso a um grupo de iranianos que bradavam “Morte à América”, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, disse que os ataques foram “um tapa na cara” dos EUA e que as tropas norte-americanas deveriam deixar a região. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, disse que o país adotou “medidas proporcionais” de legítima defesa e que os ataques “concluíram” a reação de Teerã ao assassinato do general Qassem Soleimani, mas que sua nação não quer agravar o confronto. O próximo gesto parece caber a Washington. O presidente dos EUA, Donald Trump, que ordenou o ataque de drone que matou Soleimani em Bagdá na sexta-feira, deu uma resposta inicial no Twitter: “Está tudo bem!”. Vítimas e danos dos ataques com mísseis estão sendo avaliados, e Trump disse que fará uma declaração nesta quarta-feira. Trump, que teve um impeachment aprovado na Câmara dos Deputados no mês passado e agora enfrenta um julgamento no Senado antes da eleição deste ano, ameaçou no final de semana atacar 52 instalações iranianas se o Irã retaliasse o assassinato de Soleimani. A televisão estatal disse que o Irã lançou 15 mísseis balísticos de seu território contra alvos norte-americanos no vizinho Iraque. Os alvos foram a base aérea de Al-Asad e uma instalação de Erbil, disse o Pentágono. Uma fonte disse que os primeiros indícios não apontam baixas norte-americanas, e outras autoridades dos EUA não quiseram comentar. A televisão iraniana disse que 80 “terroristas americanos” foram mortos e que helicópteros e equipamento militar dos EUA foram danificados, sem fornecer provas de como obteve a informação. Alemanha, Dinamarca, Noruega e Polônia disseram que nenhum de seus soldados no Iraque foi ferido. O Reino Unido, que também tem pessoal em solo iraquiano, repudiou a ação iraniana. Já o Iraque disse que suas forças não sofreram baixas. Mais de 5 mil tropas dos EUA permanecem no Iraque, assim como as outras forças estrangeiras de uma coalizão que treina e apoia forças iraquianas contra a ameaça dos militantes do Estado Islâmico. “Enquanto avaliamos a situação e nossa reação, adotaremos todas as medidas necessárias para proteger e defender pessoal, parceiros e aliados dos EUA na região”, disse o porta-voz do Pentágono, Jonathan Hoffman.