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Notícias com a tag: incendio

Incêndio destrói 500 mil hectares de vegetação na Bolívia e abala campanha de Evo Morales

access_time22/08/2019 08:59

A Bolívia sofre com o maior incêndio de sua história recente. Uma área de pelo menos 500 mil hectares já foi consumida pelo fogo. A nuvem de fumaça que sai de Roboré, município do departamento de Santa Cruz, chegou, inclusive, a cidades brasileiras que ficam perto da fronteira boliviana. O presidente Evo Morales, que está em campanha eleitoral, rejeitou o apoio internacional para controlar as chamas, e vem recebendo críticas da oposição. Os primeiros focos do incêndio foram detectados há 16 dias. O fogo atinge pelo menos dez povoados do município Roboré, no sudeste boliviano, quase na fronteira com o Brasil. A cidade abriga um dos mais emblemáticos parques do país, onde há uma rica fauna e flora. Nas imediações também está a Chiquitanía, como são chamadas as Missões Jesuíticas na Bolívia. Há suspeitas de que as queimadas, promovidas pelos agricultores com a justificativa de preparar a terra para a lavoura, tenham saído do controle e alastrado o fogo. Dados não-oficiais apontam que o fogo devastou uma área equivalente a 500 mil campos de futebol. O clima seco e os ventos fortes típicos desta época do ano podem ter ajudado a espalhar as chamas. Até o momento não há perdas humanas por causa do incêndio, mas os animais sofrem com o fogo e o calor. Ainda não foi possível determinar o impacto dos danos materiais. Em alguns setores os moradores tiveram que ser evacuados. Por causa da péssima qualidade do ar, as aulas foram interrompidas. A fumaça afeta, inclusive, regiões do Brasil e do Paraguai que ficam perto da fronteira boliviana. Não há previsão de quando será possível extinguir o incêndio. Aluguel de avião e erro de logística O presidente Evo Morales rejeitou a ajuda internacional. Em compensação, decidiu pagar caro pelo aluguel de um Boeing 747-400, uma imensa aeronave-tanque. Chamado de “Supertanker”, este avião gigante deve chegar ainda nesta quinta-feira (22) ao país. O Boeing 747-400 consegue transportar até 150 mil litros e será usado no combate ao fogo. No entanto, precisa de uma pista de 2.400 metros de comprimento para operações de pouso e decolagem. Na Bolívia, apenas o Aeroporto Internacional de Viru-Viru, na cidade de Santa Cruz de la Sierra, localizado a 30 minutos de voo do foco do incêndio, oferece essas dimensões. Por temas logísticos, o governo boliviano avalia levar o “Supertanker” a uma base em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, município brasileiro que está a poucos quilômetros do foco da queimada. Aeronaves de menor porte também participam dos trabalhos de combate ao fogo. Além disso, mais de mil integrantes das forças de segurança do Estado foram para Roboré participar das operações de combate ao fogo. Pelo menos cem profissionais ajudarão no resgate de animais afetados pelo incêndio. Evo demorou e sociedade sai na frente Os bolivianos, sobretudo os do departamento de Santa Cruz, estão muito comovidos com a situação. A sociedade também reclama que o presidente Evo Morales demorou a reagir sobre o incêndio. Por isso civis resolveram agir por conta própria e organizaram pontos para arrecadar produtos que serão enviados a moradores da região afetada pelo incêndio. Para as doações são solicitados colírios, soros, galões de água, lanternas, alimentos não perecíveis e outros itens. Cidadãos também fizeram uma vaquinha e alugaram um avião. A aeronave de pequeno porte, geralmente empregada na fumigação das áreas agrícolas, está sendo usada para jogar água sobre os focos de incêndio. Gustavo Castro, assessor imobiliário, um dos pioneiros da iniciativa, contou à RFI porque tomou esta decisão. “Somos cidadãos e atuamos como voluntários para ajudar. Não pertencemos a nenhuma instituição, a nenhum partido, nada. Somos civis e é isso que as pessoas têm que entender: nenhum governo vai cuidar das suas coisas como nós mesmos.” Incêndio esquenta corrida presidencial O incêndio também entrou para o debate político. Candidatos opositores ao presidente Evo Morales visitaram a região de Roboré. Entre eles, o ex-presidente Carlos Mesa, do partido Comunidad Ciudadana, que está em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto. Mesa questionou por que o governo demorou mais de uma semana para tomar uma atitude sobre o incêndio. Apenas a segunda-feira (19) Evo Morales sobrevoou o local das chamas. Críticos ao presidente afirmam que a ampliação da fronteira agrícola, que permite a plantação em áreas que antes eram de preservação, influenciou neste desastre ambiental. Já integrantes do partido Movimiento al Socilaismo (MAS), do qual Morales faz parte, fez um apelo para que o incidente não fosse politizado. Na quarta-feira (21) diversos departamentos da Bolívia protestaram contra a reeleição de Morales. Apenas Santa Cruz de la Sierra, que é a capital econômica da Bolívia e principal reduto da oposição, decidiu não participar da greve geral em respeito aos afetados pelo incêndio. Evo Morales bateu o recorde de permanência ininterrupta na presidência do país. Embora não seja permitido pela Constituição, uma manobra autorizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu espaço para ele buscar a quarta reeleição.

Incêndio destrói 4 mil hectares de vegetação na Serra da Petrovina em MT

access_time21/08/2019 10:39

O incêndio que teve início na segunda-feira (19) destruiu 4 mil hectares de vegetação na Serra da Petrovina, no município de Pedra Preta/MT. Segundo o Corpo de Bombeiros, uma chuva que caiu na região ajudou a amenizar o fogo. A extinção das chamas, porém, não foram confirmadas pelos militares, que tiveram dificuldade para trabalhar no controle das chamas. As equipes não conseguiram chegar até o local exato do incêndio, já que se depararam com uma gruta no meio do caminho. A altura das chamas também dificultaram os trabalhos. Para controlar o fogo, foram feitos aceiros em volta da serra, com o apoio dos moradores, na tentativa de evitar que o fogo se alastre. Foram utilizados equipamentos e veículos de segurança. Dois tratores, 4 mil litros d'água e pulverizadores foram usados no combate.

Dois pontos turísticos são fechados por incêndio que já dura uma semana no Parque de Chapada dos Guimarães

access_time16/08/2019 11:17

O incêndio florestal que atinge o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães (PNCG), a 65 km de Cuiabá, completou uma semana nesta sexta-feira (16). O Instituto Chico Mendes da Conservação da Biodiversidade (ICMBio) disse ao G1 que o fogo já destruiu 10% de toda área da unidade de conservação. Dois atrativos turísticos foram fechados por conta do fogo e fumaça. O incêndio começou no dia 9 de agosto nas proximidades do distrito de Água Fria, zona rural de Chapada dos Guimarães. Brigadistas do ICMBio, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama) e Corpo de Bombeiros de Mato Grosso vêm trabalhando no combate ao incêndio florestal. Após sobrevoo feito nessa quinta-feira (15), observou-se que, aparentemente, o fogo está estagnado, o que demonstra que a estratégia de combate tem sido eficaz. Dois aviões do tipo airtractor, contratados pelo ICMBio, seguem dando apoio aéreo ao combate. Até quarta-feira (14), 3,3 mil hectares queimaram no interior da unidade de conservação (10% de sua área total). Apenas com o incêndio que atingiu o norte da unidade foram 2.984 hectares queimados. A área total atingida por este mesmo incêndio, dentro e fora do Parque Nacional, já ultrapassa 8,5 mil hectares. Ainda conforme o ICMBio, por questão de segurança, os atrativos Cidade de Pedras e Vale do Rio Claro seguem fechados a visitação. Não há previsão de chuvas para os próximos dias na região, que está em período de estiagem e baixa umidade relativa do ar. O Parque O Parque Nacional da Chapada dos Guimarães é Unidade de Conservação Federal com 33 mil hectares, localizada nos municípios de Cuiabá e Chapada dos Guimarães, MT. Criado em abril de 1989, o parque protege amostras significativas dos ecossistemas locais e assegura a preservação dos recursos naturais e sítios arqueológicos existentes, proporcionando uso adequado para visitação, educação e pesquisa.

Incêndio florestal ameaça detonar munições da Segunda Guerra

access_time01/07/2019 18:52

Cerca de 400 bombeiros e soldados das Forças Armadas da Alemanha trabalham nesta segunda-feira (1º) para combater um dos maiores incêndios florestais já registrados no estado de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, no leste do país. Até o início da tarde, o incêndio já havia afetado 430 hectares de floresta a cerca de 50 quilômetros a sudoeste da cidade de Schwerin. Agora as autoridades temem que as chamas invadam uma antiga área militar onde estão enterradas toneladas de antigas munições, muitas delas da época da Segunda Guerra Mundial. O secretário do Meio Ambiente de Mecklemburgo, Till Backhaus, afirmou que serviços de emergência estão lutando para conter o incêndio por causa das munições não detonadas no solo. Durante a tarde, as chamas chegaram a aproximadamente 50 metros do terreno onde estão enterradas as munições. As autoridades estimam que 45 toneladas de explosivos e munições ainda estejam enterradas na área, que abrigou um antigo paiol da Kriegsmarine (marinha de guerra da Alemanha nazista) até 1945. Veículos especiais e helicópteros do Exército dão apoio aos bombeiros, que estão sendo obrigados a ficar a um quilômetro de distância das chamas perto da antiga área militar por causa do risco de explosões. Cerca de 650 pessoas de três cidades e 100 crianças que estavam em um acampamento de férias perto das chamas foram retiradas da região pelos bombeiros nesta segunda-feira. A escala do incêndio levou a fumaça a se deslocar para os estados vizinhos de Brandemburgo, Berlim e Saxônia. As autoridades pediram aos moradores que fechem suas janelas e portas. O cheiro do incêndio podia ser facilmente sentido na capital alemã, que fica a 200 quilômetros, nesta segunda-feira. "O cheiro é irritante, mas não perigoso", escreveu o serviço de bombeiros de Berlim no Twitter. As autoridades suspeitam que a origem do incêndio é criminosa, e acreditam que ele foi iniciado deliberadamente em três locais diferentes. Os primeiros registros de chamas ocorreram na sexta-feira, mas as autoridades informaram pouco depois que elas haviam sido extintas. No domingo, contudo, a região voltou a ser atingida por um incêndio em outro ponto.

Loja de autopeças em Cuiabá pega fogo pela segunda vez em menos de 3 meses

access_time17/02/2019 10:20

Uma loja de autopeças pegou fogo na manhã deste domingo (17) no Bairro Areão, Avenida Miguel Sutil, em Cuiabá. O Corpo de Bombeiros esteve no local e controlou as chamas. Não há registro de feridos. As causas do incêndio ainda devem ser apuradas. Essa é a segunda vez que o estabelecimento é incendiado. Em novembro do ano passado, a loja também pegou fogo. Testemunhas disseram à Polícia Militar que ladrões invadiram o local e tentaram furtar objetos. À época, a Polícia Militar informou que o local estava fechado para recuperação judicial, mas abrigava muita mercadoria e produtos inflamáveis. Loja também pegou fogo em novembro do ano passado — Foto: Brígida Mota/TV Centro América

Dez jovens atletas do Flamengo morrem em incêndio no Centro de Treinamento, na Zona Oeste do Rio

access_time08/02/2019 07:50

Dez jovens atletas do Flamengo morreram em um incêndio em um alojamento no Ninho do Urubu, na Zona Oeste do Rio, no início da manhã desta sexta-feira (8). As chamas atingiram as instalações onde dormiam jogadores entre 14 e 17 anos que não residiam no Rio. Ainda não há identificação dos mortos. Três adolescentes ficaram feridos, um deles em estado grave, e foram levados para o Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra: Cauan Emanuel Gomes Nunes, 14 anos, de Fortaleza (CE); Francisco Diogo Bento Alves, 15 anos; Jonathan Cruz Ventura, 15 anos, o mais grave. Às 8h40, Jonathan foi levado às pressas para o centro cirúrgico. Segundo mães de atletas, o treino desta sexta fora cancelado, o que liberou os jovens que moram no Rio para dormir em suas casas. Desta forma, só pernoitaram no alojamento adolescentes que vieram de fora, como Cauan Emanuel. "Se tivesse treino hoje, a tragédia teria sido muito maior", disse uma mãe. No Ninho do Urubu, em Vargem Grande, treinam o time profissional do Flamengo e as equipes de jovens atletas. O incêndio começou por volta das 5h10 e foi debelado às 6h30. A Zona Oeste foi uma das mais afetadas com o temporal desta quarta-feira (6). Na manhã desta sexta, o Ninho do Urubu continuava sem luz e sem água em decorrência da chuva. Instalações retorcidas Imagens feitas pelo Globocop mostraram uma área do CT do clube destruída pelas chamas. Por volta das 7h20, bombeiros atuavam apenas no rescaldo. O Centro de Treinamento Presidente George Helal, conhecido como Ninho do Urubu, é considerado um dos mais modernos da América Latina e um dos maiores do mundo. Conta com um módulo profissional, dois campos, campo de treinamento para goleiros e estruturas para musculação e fisioterapia. Em 2018, ano de inauguração do novo módulo profissional, a estrutura pré-existente foi deixada para as categorias de base e, para o futebol profissional, foi disponibilizado um novo módulo, com novos alojamentos, um parque aquático, academia e mais um campo de futebol (totalizando cinco). Veículos dos bombeiros no CT do Flamengo — Foto: Reprodução/TV Globo Instalações retorcidas pelo fogo no CT do Flamengo — Foto: Reprodução/TV Globo