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Conhecido como “maníaco da lanterna”, serial killer é condenado a 21 anos de prisão por morte de mulher

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O serial killer Cláudio de Souza, mais conhecido como “Maníaco da Lanterna”, foi condenado a 21 anos

Neurocientista brasileira da Rede Sarah recebe prêmio internacional

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A neurocientista e presidente da Rede Sarah de hospitais, Lúcia Willadino Braga, recebeu o prêmio Di

Homem é preso em 'laboratório' de falsificação de documentos e confessa que atuava há mais de 10 anos

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Um homem foi preso na manhã desta quarta-feira (3) por policiais de Mato Grosso em Aragarças, Goiás,

Notícias com a tag: india

Tigresa 'assassina' é morta na Índia

access_time03/11/2018 15:03

Uma tigresa, que já matou mais de uma dezenas de pessoas nos últimos dois anos, foi abatida com um disparo na Índia, para o alívio dos moradores, mas provocou uma controvérsia sobre as condições de sua morte. Uma das mais impressionantes "caça ao tigre" em décadas terminou na sexta-feira (2) à noite quando o animal, chamado T1 por caçadores e Avni por defensores da fauna, foi morto a tiros na floresta do estado de Maharashtra (centro-oeste). Mais de 150 pessoas foram mobilizadas durante meses para encontrá-la e foram disponibilizados recursos consideráveis para este fim. Mas a polêmica se espalhou rapidamente. A mídia indicou que nenhum calmante foi usado para tentar anestesiar Avni-T1, mãe de dois filhotes de 10 meses. A tigresa foi considerada responsável pela morte de 13 pessoas desde junho de 2016. Sua primeira vítima foi uma mulher cujo corpo foi encontrado em uma plantação de algodão. Desde então, a maioria era pastores homens. A Suprema Corte autorizou a operação, embora o tigre seja uma espécie em perigo de extinção no país. Mas a instância especificou que o animal poderia ser morto se os calmantes não tivessem efeito. As autoridades lançaram um programa para preservar a população de tigres na Índia. Seu número chega a mais de 2.200 exemplares, segundo um último censo de 2014, tendo registrado um mínimo de 1.500.

Avó de índia recém-nascida enterrada viva deu chás abortivos para interromper gravidez da filha, diz polícia

access_time09/06/2018 18:33

A avó da índia recém-nascida – que foi resgatada depois de ser enterrada viva pela família dela, na terça-feira (5), em Canarana, a 838 km de Cuiabá – deu chás abortivos para a filha dela para tentar interromper a gravidez, segundo a Polícia Civil. Tapoalu Kamayura, de 33 anos, foi presa nessa sexta-feira (8), suspeita de premeditar o crime, para evitar que a filha se tornasse mãe solteira. A bisavó da bebê, Kutsamin Kamayura, de 57 anos, também foi detida e teve a prisão preventiva decretada após audiência de custódia. De acordo com a Polícia Civil, a avó da bebê tinha conhecimento da gravidez da filha de 15 anos e, em razão da adolescente ser solteira, ministrou chás abortivos para ela durante todo o período gestacional. A índia recém-nascida sobreviveu depois de ficar seis horas enterrada e foi resgatada por policiais, que registraram o resgate em vídeo (veja logo abaixo). Índia recém-nascida é resgatada após ser enterrada viva por família em MT A bisavó da menina disse à polícia que achou que a bebê bateu a cabeça no chão durante o parto, que ocorreu no banheiro da casa onde a família mora, e não chorou ou reagiu. Ela afirmou que, ao pensar que a bebê estava morta, decidiu enterrá-la no quintal da casa. A mãe da adolescente foi ouvida na delegacia e liberada. Estado de saúde A bebê está internada desde quarta-feira (6) em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá. Ela passou por uma cirurgia para passagem de catéter para fazer diálise peritonial, uma vez que apresenta quadro de insuficiência renal. Recém-nascida foi levada para o Hospital de Água Boa logo após ser resgatada (Foto: Polícia Militar de MT) Resgate A Polícia Civil estima que a criança ficou enterrada por seis horas – entre as 14h e 20h de terça-feira em uma cova de 50 centímetros de profundidade. A menina foi levada às pressas por uma ambulância para o hospital da cidade. Ela recebeu oxigenação e começou a ser atendida na unidade de saúde. Os médicos descobriram que a recém-nascida teve um afundamento no crânio. O bebê passou por um exame de raio-X que apontou duas fraturas na cabeça.