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Notícias com a tag: mortes

Mortes por Covid em MT têm redução de 17% entre julho e agosto

access_time26/08/2020 09:18

Mato Grosso está há mais de uma semana com queda na média móvel de mortes por coronavírus (Covid-19), mas os números ainda estão altos. No dia 1º de julho eram 665 mortes. No dia 24, 1.556 mortes. Ou seja, nesse período de 24 dias em julho, 891 pessoas morreram por coronavírus no estado. No dia primeiro, eram 1.866 mortes. Na segunda-feira (24), eram 2.614 óbitos, ou seja, foram 738 mortes em pouco mais de três semanas. Houve essa redução de cerca de 17% nos óbitos. Boletim A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta terça-feira (25), 85.069 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 2.651 óbitos em decorrência do coronavírus no estado. Foram notificadas 1.763 novas confirmações de coronavírus no estado. Dos 85.069 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 17.622 estão em monitoramento e 64.842 estão recuperados. Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 298 internações em UTIs públicas e 297 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 73,35% para UTIs adulto e em 34,18% para enfermarias adulto. Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão: Cuiabá (17.353), Várzea Grande (6.694), Rondonópolis (5.992), Lucas do Rio Verde (4.291), Sorriso (4.115), Tangará da Serra (3.725), Sinop (3.229), Primavera do Leste (2.635), Nova Mutum (1.843) e Campo Novo do Parecis (1.713).

Covid-19: Brasil bate novo recorde de mortes registradas em um dia

access_time05/05/2020 19:55

O Brasil bateu novo recorde de novas mortes por covid-19 registradas em um dia: 600. Segundo atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta terça-feira (5), o total subiu para 7.921. A marca representou um aumento de 8% em relação a ontem, quando foram contabilizados 7.321 falecimentos. O índice de letalidade ficou em 6,9%.  O Brasil chegou a 114.715 pessoas infectadas. Nas últimas 24horas,  foram adicionadas às estatísticas mais 6.935 casos confirmados, incremento de 6% casos em relação a ontem, quando foram registradas 107.780 pessoas nessa condição. Após declínio estatísticas de novos casos em 24h no fim de semana, o número voltou a crescer e se aproximou do recorde de 7.218, registrado na quinta-feira (30/4). De acordo com o Ministério da Saúde, deste total, 58.573 estão em acompanhamento (51,1%) e 48.221 (42%) já foram recuperados, deixando de apresentar os sintomas da doença. Ainda são investigadas 1.579 mortes. O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson de Oliveira, destacou que o número de mortes se refere aos óbitos registrados nessa data, e não significa que ocorreram nas últimas 24h, ou seja, abrange também óbitos em dias anteriores cuja investigação foi concluída e adicionada às estatísticas nas últimas 24h. Covid-19 nos estados Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde - Ministério da Saúde São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (2.851). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (1.213), Ceará (795), Pernambuco (749) e Amazonas (649).   Além disso, foram registradas mortes no Pará (369), Maranhão (271), Bahia (146), Espírito Santo (133), Paraná (99), Minas Gerais (94), Paraíba (85), Alagoas (80), Rio Grande do Sul (79), Rio Grande do Norte (68), Santa Catarina (55), Amapá (55), Goiás (38), Distrito Federal (33), Piauí (29), Acre (29), Sergipe (21), Rondônia (29), Mato Grosso (13), Mato Grosso do Sul (10), Roraima (11) e Tocantins (7). Distanciamento social O secretário Wanderson de Oliveira informou que a equipe da pasta se reuniu com secretários estaduais para discutir o enfrentamento à pandemia. Ele comentou as medidas adotadas em alguns lugares, como no Maranhão, de fechamento mais rígido (ou lockdown, no termo em inglês).  “É medida complexa. Todos os secretários quando pensam neste assunto estão refletindo porque o impacto é muito negativo, mas o Ministério da Saúde está à disposição para apoiá-los. A decisão é do gestor local. São medidas temporárias que devem ser proporcionais e restritas a cada localidade”, observou. Perguntado sobre quando será o pico da pandemia, ele respondeu que não é possível precisar e que a evolução será diferente em cada local e depende dos efeitos de medidas como o distanciamento social, que achata e prolonga a curva de contágio. Mas previu que de maio a julho deverão ser meses em que a pandemia seguirá preocupando.  Oliveira relatou que 1,6 milhão de testes laboratoriais e 3,4 milhões de testes rápidos já foram entregues a autoridades estaduais e municipais de saúde. Da promessa de 24 milhões de exames, esse montante está sendo adquirido. Ele ressaltou que é um alto volume é que os fabricantes assumiram um cronograma de entrega, sem detalhar quando a totalidade dos kits deverá estar disponível. Diante da falta de exames para testar muitas pessoas, o secretário defendeu uma estratégia de monitoramento das pessoas gripadas e de quem teve contato com essas. Ele anunciou que o governo deve lançar um sistema de monitoramento eletrônico, para além do já existente hoje, que coleta dados por meio de ligações telefônicas.  Permanência no cargo Wanderson de Oliveira também respondeu perguntas sobre seu cargo. Ele era da equipe do ex-titular da pasta, Luiz Henrique Mandetta. O gestor afirmou que foi convidado pelo novo ministro da Saúde, Nelson Teich, a continuar no cargo.

Após 147 mortes, Moro chega ao Ceará para discutir segurança

access_time24/02/2020 14:12

O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, chegou na manhã desta segunda-feira (24) a Fortaleza, no Ceará. Acompanhado do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e do advogado-geral da União, André Luiz Mendonça, ele chegou às 10h50 no Comando da 10ª Região Militar. Pelas redes sociais, Moro havia anunciado a presença na capital cearense:: "É tempo de superar a crise e serenar os ânimos. Servir e proteger acima de tudo." Os ministros e o advogado-geral da União deixaram Brasília às 7h30 e fizeram um sobrevoo em Fortaleza por volta das 10h. A reunião tem como objetivo discutir o impasse com os policiais militares que fazem uma paralisação desde a terça-feira (18) em diversas cidades do Ceará.  As informações são da repórter Alethea Leitão Morel, da Record TV, que acompanha o motim dos policiais no estado. O estado enfrenta uma onda de violência desde que os policiais militares entraram em greve por falta de acordo com o governo do estado quanto à reestruturação salarial dos servidores. Os protestos que começaram na terça-feira culminaram com o senador Cid Gomes (PDT-CE) baleado na quarta-feira (19), ao tentar negociar a liberação da entrada de um batalhão em Sobral. A Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará informou que somente no domingo (23) foram registrados 25 assassinatos em todo o estado. Desde quarta-feira (19) até o domingo foram registradas 147 mortes. Os crimes englobam homicídio doloso, feminicídio, lesão corporal seguida de morte e latrocínio. No sábado (22), o número de mortes chegou a 34. Na sexta-feira (21), a 37. Na quinta (20), foram contabilizados 22 homicídios, enquanto que na quarta (19), 29 casos entraram na estatística. Na terça-feira (18), cinco casos de mortes foram computados. Na segunda-feira (17), foram registradas três mortes. Ao todo, 2,8 mil homens das Forças Armadas ocupam as ruas da capital e de algumas cidades do interior com o intuito de amenizar os efeitos da crise na segurança pública. Após a reunião no comando da 10ª Região Militar, sobre as atividades que estão sendo realizadas pelas Forças Armadas e pelos órgãos de Segurança Pública federais, estaduais e municipais, a comitiva seguirá para o Palácio do Governo onde se reunirá com o governador Camilo Santana (PT). Mesmo com o reforço policial do Exército e das Forças Nacionais no Ceará, pelo menos nove cidades cearenses cancelaram oficialmente as festas de Carnaval e vão destinar os recursos a outras ações de serviço público. A proposta de reajuste anunciada pelo governo do Ceará no dia 13 de fevereiro estabelecia aumento o salário de um soldado da PM dos atuais R$ 3,2 mil para R$ 4,5 mil em reajustes progressivos até 2022. A proposição foi comemorada por parte da categoria como conquista, mas um grupo permaneceu insatisfeito.