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Anticorpo que neutraliza o novo coronavírus é identificado por cientistas em testes de laboratório

access_time04/05/2020 18:52

Cientistas da Universidade de Utrecht, do Erasmus Medical Center e do Harbor BioMed publicaram nesta segunda-feira (4) a descoberta de um anticorpo capaz de neutralizar o Sars CoV-2, coronavírus responsável pela Covid-19. Os anticorpos são proteínas produzidas pelo próprio corpo humano capazes de reconhecer e neutralizar micro-organismos, como vírus e bactérias. Eles são produzidos pelos linfócitos B, células do sistema imunológico. São eles que lutam contra invasores como o novo coronavírus. A equipe de pesquisadores estrangeiros já estudava anticorpos direcionados ao Sars CoV, vírus da mesma família que causou uma epidemia na China em 2002. E, assim, o grupo pensou em testar o painel de opções já descoberto para o novo coronavírus, o Sars CoV-2, responsável pela atual pandemia em 2020. "É um trabalho muito preliminar. Mas é o primeiro publicado, eu sei que tem outros que já estão até mais adiantados. Eles [pesquisadores] já trabalhavam com anticorpos, e tinham esse que era metade humano e metade rato. Eles imunizaram os ratos, e tinham esse painel de anticorpos. Adaptaram em uma versão para os humanos", disse a pesquisadora Ana Maria Moro, do Instituto Butantan, que também pesquisa a produção de anticorpos monoclonais neutralizantes no Brasil. De acordo com Berend-Jan Bosch, líder da pesquisa na Universidade de Utrecht, o novo anticorpo foi capaz de neutralizar o Sars Cov-2 em células in vitro. O artigo foi publicado pela revista "Nature Communications". O co-autor Frank Grosveld, do Erasmus Medical Center e diretor-científico da Harbor BioMed, disse o anticorpo é "totalmente humano": "O anticorpo usado neste trabalho é 'totalmente humano', permite que continue mais rapidamente o desenvolvimento e reduz potenciais efeitos colaterais relacionados ao sistema imunológico", disse Grosveld. A detecção de anticorpos é um dos mecanismos científicos mais importantes para criação de tratamentos e vacinas contra micro-organismos. Para Ana Maria Moro, um ponto importante do estudo é que o anticorpo detectado não impede a entrada do vírus na célula. "Fizeram um anticorpo humano, mas eles não sabem ainda como neutraliza exatamente. Isso eu achei um ponto de interrogação. E só fizeram ensaio em células de laboratório", disse Ana Maria. A cientista do Instituto Butantan, em São Paulo, tem um projeto é financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) que também desenvolve em laboratório anticorpos para um novo tratamento de pacientes com a Covid-19. Segundo ela, esta é a primeira publicação de uma universidade de um anticorpo contra o Sars-CoV-2. Como tem acesso a informações mais restritas, disse que uma empresa da Coreia do Sul também conseguiu o feito em laboratório, mas sem publicação em revista científica. "Eles identificaram uma sequência. Não quer dizer que eles tenham um produto pronto para usar. Precisa fazer estudo em macacos, precisa fazer as linhagens", disse Ana Maria.

Avião ucraniano que caiu no Irã levava passageiros de sete nacionalidades

access_time08/01/2020 08:50

O avião que caiu no Irã perto do aeroporto de Teerã, capital do país, na manhã desta quarta-feira (8), levava passageiros de sete nacionalidades. De acordo com o ministro de relações exteriores da Ucrânia, Vadym Prystaiko, os 176 mortos eram dos seguintes países: Irã : 82 passageiros Canadá: 63 passageiros Ucrânia: 2 passageiros + 9 tripulantes Afeganistão: 4 passageiros Suécia: 10 passageiros Reino Unido: 3 passageiros Alemanha: 3 passageiros O ministro Vadym Prystaiko expressou suas condolências e declarou, no Twitter, que as autoridades ucranianas continuam investigando a tragédia. O voo 752 da Ukraine International Airlines partiu com quase uma hora de atraso, às 6h12, do aeroporto Imam Khomeini. Ele tinha como destino o Aeroporto Internacional Boryspil, em Kiev, na Ucrânia. A queda do Boeing 737 ocorreu em Shahedshahr, no sudoeste da capital iraniana, logo após a decolagem. O avião caiu poucas horas após o Irã ter disparado mísseis contra duas bases aéreas que abrigam tropas dos EUA no Iraque, em resposta à morte do general Qassem Soleimani. Não há informações sobre relação entre os dois casos. Investigador forense trabalha no local da queda de avião ucraniano no Irã em meio a corpos nesta quarta-feira (8) — Foto: AP Photo/Ebrahim Noroozi Causas da queda A autoridade iraniana de Aviação Civil informou que as caixas-pretas do avião foram encontradas e devem ajudar a esclarecer a queda do avião. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que uma comissão investiga todas possibilidades. A embaixada da Ucrânia em Teerã chegou a divulgar uma nota dizendo que, segundo informações preliminares, a queda do avião teria sido provocada por problemas técnicos no motor e descartando qualquer relação do incidente com terrorismo ou com os disparos de foguetes. Mais tarde, uma nova nota destacou que as causas estão sendo esclarecidas. Em seu perfil no Twitter, a Boeing escreveu que está ciente das notícias sobre o acontecido no Irã e que está coletando mais informações. Mapa mostra local do desastre com avião ucraniano perto de Teerã — Foto: G1