Kurupí
Notícias recentes
Acidente entre ônibus e carreta mata três mulheres e deixa 4 feridos em MT

Acidente entre ônibus e carreta mata três mulheres e deixa 4 feridos em MT

access_time04/04/2019 11:35

Três pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas em um acidente na madrugada desta quinta-feira

De janeiro a julho, quase 1,5 mil mil armas são apreendidas em MT

De janeiro a julho, quase 1,5 mil mil armas são apreendidas em MT

access_time07/08/2019 09:03

Entre os meses de janeiro e julho deste ano, a Polícia Militar apreendeu em Mato Grosso quase 1,5 mi

Passageiro tenta embarcar com droga escondida em meia e em mala é preso em aeroporto de MT

Passageiro tenta embarcar com droga escondida em meia e em mala é preso em aeroporto de MT

access_time16/05/2019 09:09

Um homem de 63 anos tentou embarcar em um voo no Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, região

ENTRETENIMENTO

Aprovada, reforma das telecomunicações depende agora de regulamentação

access_time13/09/2019 14:55

O Senado aprovou o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 79/2016 que promove uma reforma na legislação de telecomunicações. A matéria muda a forma de exploração dos serviços de telefonia fixa, que poderão passar de concessão para autorização, e prevê a possibilidade de aplicação dos saldos dessa transição em investimentos em banda larga, além de dar mais poderes às empresas do setor para o uso das faixas do espectro de radiofrequências. A efetivação da proposta, no entanto, dependem de complexas regulamentações. A lei segue agora para sanção do presidente Jair Bolsonaro. A relatora da matéria na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática do Senado, Daniella Ribeiro (PP-PB), classificou a nova lei como um avanço. “Queremos dar ao Brasil um tempo de atualização de uma lei de mais de 20 anos, feita na lógica da telefonia fixa. Estamos criando condições para que povo brasileiro esteja pronto para a revolução tecnológica, com forte impacto econômico e social”, afirmou. O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ) acrescentou que os recursos aplicados contribuirão para a implantação de novas tecnologias. Com um acordo de lideranças, a maioria das bancadas votou favorável à proposta. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi voz divergente e criticou a matéria pelo repasse de infraestrutura pública empregada na oferta do serviço de telefonia às empresas, que hoje o exploram sem garantias. “Estamos entregando para as teles concessões públicas. Esse projeto faz um leilão, a doação de bens públicos sem contrapartida. É um crime de lesa-pátria nos termos em que está sendo colocado”. Mudanças Segundo o PLC, as empresas que adquiriram o direito de exploração da infraestrutura das redes do antigo Sistema Telebrás, por ocasião da privatização, poderão passar para um regime com menos obrigações. Os atuais contratos de concessão, que iriam até 2025, poderão, a pedido da companhia, migrar para autorizações. Com isso, deixarão de estar submetidas a controles do Estado na categoria denominada “regime público”, como metas de universalização, obrigação de continuidade e controle tarifário. As concessionárias que optarem pela transição (Oi, Vivo Fixo, Embratel/Net, Sercomtel e Algar) serão objeto de cálculo, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), para avaliar a diferença entre as receitas que receberão na nova modalidade e aquelas que aufeririam se mantida a concessão. Dentro disso estão envolvidas as redes exploradas por essas empresas na prestação do serviço, cujos valores variam. A matéria também tira a responsabilidade da União por serviços de telecomunicações essenciais, que poderão ser prestados em regime privado. Atualmente, apenas a telefonia fixa se enquadra nessa condição, mas a Lei Geral de Telecomunicações (nº 9472/1997) concedia ao Executivo o poder de incluir outros serviços nessa categoria, o que implicaria obrigações do regime público.  Outra alteração é dar a empresas que exploram faixas de frequência (“espaços” no espectro eletromagnético utilizados, por exemplo, para a transmissão de sinal de rádio e TV, telefonia celular, serviços por satélite e internet móvel) o direito de comercializar “partes” dessas faixas, criando o que vem sendo chamado de “mercado secundário de espectro”. A companhia paga pela exploração e poderá fazer negócios com parte desse “espaço”. Implantação A implantação dessas mudanças, no entanto, e a concretização dos investimentos ressaltados pelos apoiadores do projeto dependem de diversas medidas do Poder Público. Entre elas estão, primeiro, as regras para a transição, que deverão ser definidas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). De acordo com o secretário de Telecomunicações da pasta, Vitor Menezes, um decreto deverá ser publicado com a regulamentação.  A segunda ação é o cálculo da diferença da transição e dos bens envolvidos nos contratos. Esse ponto foi objeto de polêmica, uma vez que avaliações da Anatel, das empresas e do Tribunal de Contas da União chegaram a valores bastante diferentes, de R$ 17 bilhões a R$ 105 bilhões. Durante a tramitação do projeto, organizações mostraram o risco de aprovação sem que os valores ficassem claros. Segundo o superintendente de Planejamento e Regulamentação da Anatel, Nilo Pasquali, o saldo será projetado por uma consultoria e levará em consideração a diferença entre as receitas estabelecidas nos novos e antigos contratos a partir da aprovação até o fim da concessão, no período entre 2019 e 2025. Se o resultado for positivo às empresas, elas devolverão o montante à União, para uso em investimentos em banda larga. Pasquali argumentou que a infraestrutura não será contabilizada diretamente, mas apenas indiretamente, à medida de sua contribuição para o valor econômico do mercado.  O Ministério da Ciência e Tecnologia vai definir os critérios para a destinação dos eventuais recursos provenientes desse saldo. Na sessão de aprovação, senadores de bancadas do Norte e Nordeste defenderam que esse montante fosse direcionado aos locais com problema de conectividade, com foco nessas regiões. O secretário de Telecomunicações do ministério afirmou à Agência Brasil que o decreto presidencial 9.612/2018 sobre o tema já estabelece algumas diretrizes, como o fomento à infraestrutura em localidades “remotas, com prestação inadequada e em situação de vulnerabilidade social”. Mas o detalhamento concreto dos recursos ainda será objeto de novos instrumentos regulatórios do Executivo. O Sindicato das Empresas de Telecomunicações (Sinditelebrasil) comemorou a aprovação do PLC, argumentando que ele “moderniza o ambiente legal e regulatório do setor ao constituir fundamentos para a expansão da banda larga fixa e móvel”. Na avaliação do sindicato, o novo marco permitirá que “investimentos obrigatórios em soluções obsoletas, como os orelhões, passem a ser destinados à ampliação do acesso à internet em áreas sem infraestrutura adequada, visando à redução das desigualdades”. A Coalizão Direitos na Rede, que representa mais de 30 entidades de defesa dos direitos dos cidadãos, manifestou preocupação com a implantação do projeto. A Anatel não tinha norma de controle dessas redes até 2007. Mesmo depois de aprovada a resolução de controle de bens reversíveis, como constatou o Tribunal de Contas da União em decisão de 2015, a agência continua sem o controle efetivo dos bens reversíveis. "Estamos falando da entrega de bens vinculados aos contratos de concessão, entre eles os mais valiosos - como dutos e redes de cobre –, já avaliados pela Anatel com valor presente líquido em 2013 de R$ 71 bilhões e cujo controle pela agência foi questionado pelo TCU. Como o PLC diz que o valor da transição considerará apenas a previsão de ganhos econômicos de agora até 2025, sem as informações desde o início da exploração, em 1997, todo o patrimônio será entregue para empresas que já têm posição privilegiada concentrando mercados, sem as devidas contrapartidas econômicas, contra determinações constitucionais. O investimento tão prometido pode ser uma quantia irrisória perto do que está sendo dado às concessionárias", diz a advogada e integrante da coalizão Flávia Lefèvre. 

Socorro especializado pode ser decisivo para evitar suicídio

access_time10/09/2019 10:15

O atendimento de equipes especializadas e multidisciplinares pode ser determinante para evitar o suicídio. A opinião é do psiquiatra Leonardo Luz, do Conselho Federal de Medicina. “O Samu [Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – 192] deve ser acionado porque é uma emergência médica”, afirma. Representante do Piauí, o médico reconhece, no entanto, que não há em todas as localidades do país serviço de urgência para casos de suicídio. “Há relatos Brasil afora onde o Samu não têm equipe para o atendimento, os bombeiros e a polícia é que acabam cuidando. Eles podem até ser rápidos, mas não têm recursos para fazer esse atendimento”. No Distrito Federal, a Central de Informações Toxicológicas e Atendimento Psicossocial (Ceitap), da Secretaria de Saúde, mantém um carro do Samu disponível para equipe especializada, formada por médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e condutor socorrista. Segundo a gerente da Ceitap, a enfermeira Carla Pelloso, a equipe “consegue intervir no momento em que a pessoa está em situação na qual perde o controle dos próprios atos e tem esses pensamentos acentuados de morte”. A iniciativa envolve conversa e acolhimento para que “a pessoa deixe de pensar no ato [de matar-se], vislumbre outro caminho e perceba que aquela não é a única saída”. A psicóloga Janaína Milagres, especialista em psicopatologia e psicodiagnóstico infantil e psicologia hospitalar e da saúde, lembra que “o apoio psicológico no momento de crise é de grande importância para aliviar o sofrimento, diminuindo a angústia das emoções e das situações traumatizantes”. Conforme o psiquiatra Leonardo Luz, a interlocução é uma “fala ativa para ganhar tempo” e levantar informações “para classificar risco”, conhecer histórico pessoal e identificar o perfil de quem ameaça se matar. Entender os sinais De acordo com o site da campanha Setembro Amarelo, de esclarecimento sobre suicídio, entre as causas em primeiro lugar está a depressão, seguida do transtorno bipolar e abuso de substâncias (como álcool e drogas). O site informa que no Brasil são registrados cerca de 12 mil suicídios por ano (mais de 1 milhão no mundo). Cerca de 96,8% dos casos estão relacionados a transtornos mentais. Leonardo Luz diz que o suicídio é a última etapa de um processo que, em geral, segue os momentos de ideação, planejamento ou intenção e tentativa. A avaliação médica pode identificar a necessidade de psicoterapia e de prescrição de medicamentos. Para Janaína Milagres, é necessário que familiares e amigos fiquem atentos ao comportamento. A avaliação é de que antes do ato de suicídio a pessoa exibe sinais que poderão resultar na tentativa. “O pedido de socorro acontece de várias formas. Muitas atitudes podem ser previsões de um comportamento suicida, como alta agressividade e nível extremo de impulsividade”. Na internet, é possível localizar em sites especializados mais informações sobre o suicídio. Além do site da campanha Setembro Amarelo, o Conselho Federal de Medicina mantém manuais, protocolos e cartilhas sobre o ato, e o Ministério da Saúde descreve em seu glossário várias informações úteis para leigos e médicos, como onde buscar ajuda e ter publicações especializadas.

Moçambique aguarda com expectativa visita do papa nesta quarta-feira

access_time03/09/2019 08:49

O papa Francisco visita Moçambique amanhã (4), no momento em que o país busca estabilidade política. UM novo acordo de paz foi firmado recentemente entre as duas fações politicas, Frelimo e Renamo. O papa Francisco chega ao país nesta quarta-feira no fim do dia. Nas ruas de Maputo, a capital, o ambiente já é de euforia. Ele passará por uma das principais avenidas da capital moçambicana, onde a visita é vista como motivo de esperança. Oração pelo filho Gina Muchunga nem é católica, mas tem um pedido muito especial para fazer ao papa: quer que o seu filho, militar, regresse são e salvo do combate aos grupos armados que atormentam aldeias no mato, no norte de Moçambique. "Eu gostaria que o papa fizesse uma oração forte para que aquela confusão em Cabo Delgado parasse e que o meu filho voltasse para casa, para que eu o veja", disse à Lusa. Gina, 57 anos, tem uma banca de venda informal à porta do Estádio Nacional do Zimpeto, principal palco desportivo do país e que na sexta-feira (6) de manhã se transformará em templo para uma missa campal celebrada pelo papa. Há um ano não vê o filho. Ela acredita que "se o papa abençoar [Moçambique], essa confusão pode parar". *Emissora pública de televisão de Portugal

Girassol é símbolo de campanha para alertar sobre depressão

access_time02/09/2019 09:46

Todas as manhãs o girassol parte em busca do sol, seguindo a luminosidade insistentemente, porque precisa dela para crescer e florescer. Mesmo quando o sol está escondido entre as nuvens, a flor gira persistente, apesar da dificuldade, em direção à luz. Em alusão a esse comportamento da natureza, o girassol foi escolhido como símbolo da campanha Na Direção da Vida – Depressão sem Tabu, iniciativa do movimento mundial Setembro Amarelo, que tem o objetivo de abrir o diálogo e alertar a sociedade sobre o tema.  A campanha conduzida pela Upjohn, uma das divisões de um laboratório farmacêutico focada em doenças crônicas não transmissíveis, em parceria com a Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos (Abrata) e participação do Centro de Valorização à Vida (CVV), trará ações digitais e de rua para combater os estigmas da depressão. O trabalho tem ainda o apoio de músicos, esportistas e influenciadores digitais que já passaram ou passam pelo problema, dividindo suas experiências. Os usuários de redes sociais serão convidados a postar o ícone do girassol para mostrar que estão dispostos a falar sobre o assunto #depressaosemtabu. Eles também poderão conhecer o site www.depressaosemtabu.com.br, que traz informações sobre o tema e orientações sobre a identificação de comportamentos de risco em pessoas próximas. Fora da internet, no dia 10 de setembro, Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, um labirinto de dois mil girassóis, com 120 metros quadrados, será montado no Largo da Batata, zona oeste de São Paulo. Quem percorrer o caminho do labirinto acompanhará a jornada do paciente com depressão, desde a dificuldade do diagnóstico até os desafios ao longo do tratamento, como o preconceito ou a sensação de inadequação. A instalação estará aberta das 9h às 18h, até o dia 14.  “Queremos levar informação às pessoas. Quem visitar o local será convidado a deixar uma mensagem de coragem e apoio aos pacientes. Ao final, essas flores serão recolhidas e doadas para uma organização não governamental, que as transformará em buquês para serem distribuídos a pessoas que estão em tratamento", explicou a neurologista da Upjohn Elizabeth Bilevicius. Depressão e suicídio Segundo Elizabeth, para tratar a depressão e evitar o suicídio, o primeiro passo é ver a depressão como uma doença que precisa ser tratada. “Precisamos criar uma atmosfera de confiança para o paciente se sentir à vontade para dizer que tem a doença e legitimar o que ele sente como sintoma de algo que pode ser tratado. Essa é uma forma de encorajar a busca por ajuda adequada, criando um entorno social mais empático e melhor informado para ajudar essa pessoa”, disse.  De acordo com as informações da Upjohn, mais de 90% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais e transtornos do humor. A depressão é o diagnóstico mais frequente, aparecendo em 36% das vítimas. O aumento dos casos entre os mais novos e com prevalência entre os homens faz da depressão a quarta maior causa de suicídio entre jovens no país. Outras doenças que podem ser tratadas, como o alcoolismo, a esquizofrenia e transtornos de personalidade, também afetam esses pacientes e por isso afirma-se que o suicídio pode ser evitado na maioria das vezes.  Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o Brasil é o país com maior percentual de depressão na América Latina, chegando a 5,8% da população, o que corresponde a 12 milhões de brasileiros. A taxa é maior do que o valor global, que é de 4,4%. Igualmente maior do que em outros países, a taxa de suicídio entre adolescentes de 10 a 19 anos aumentou 24% de 2006 a 2015. A cada 46 minutos alguém tira a própria vida no Brasil. O psiquiatra Teng Chei Tung,  coordenador dos Serviços de Pronto-Socorro e Interconsultas do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (HC-USP) e vice-coordenador da Comissão de Emergência Psiquiátrica da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), explicou que a alta incidência entre os jovens está ligada à grande expectativa externa e interna de que eles se comportem como adultos, mesmo sem ter ainda as habilidades de um adulto, e à pressão de que o adolescente seja pleno, potente, competente e reconhecido. "Então ele faz as coisas, erra e se frustra. Nessas frustrações os jovens podem entrar na depressão. Os preconceitos são os mesmos e são agravados pela desinformação. Para o jovem existe a influência do pensamento de que a saúde mental é só uma questão social, existencial e psicológica", afirmou.  Teng disse que sentir tristeza é normal e que a frustração sempre traz alguma tristeza passageira, mas é preciso que as pessoas próximas fiquem atentas para perceber quando esse estado já se tornou uma depressão. Segundo ele, a tristeza é algo que gera introspecção, provoca reflexão e crescimento, mas o deprimido fica introspectivo por vários dias e semanas.  "Um dos parâmetros é quando há sofrimento excessivo e quando começa a causar real prejuízo. Afeta as relações interpessoais, produtividade no trabalho, ou sofrimento individual, ou seja, a pessoa está sofrendo mais do que que precisaria naquela situação. Não é que não pode ter tristeza e emoção, mas isso não pode prejudicar a pessoa a ponto de afetá-la fisicamente", destacou. Para Teng, a melhor forma de falar sobre a depressão é deixar claro que ela é uma doença que apresenta alterações biológicas e fisiológicas, envolvendo fatores genéticos e estruturais, o que significa que a pessoa nasce com a tendência de desenvolver o quadro depressivo. O tratamento inclui, principalmente, melhorar o estilo de vida. "Quem tem depressão precisa se equilibrar e cuidar da saúde, para não ter de novo a doença", disse o médico.

Furacão Dorian ganha força e atingirá Bahamas com categoria 5

access_time01/09/2019 11:16

O furacão Dorian se fortaleceu nas últimas horas deste domingo (1) e vai atingir o nordeste das Bahamas com categoria 5, a mais alta da escala Saffir-Simpson, trazendo consigo ventos de até 260 km/h. De acordo com o último boletim do NHC (Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, na sigla em inglês), o Dorian também provocará chuvas "muito intensas" e uma elevação do nível do mar que pode destruir boa parte do arquipélago. O NHC indicou que o furacão estava a 55 quilômetros a leste das ilhas Ábaco, nas Bahamas, a 360 quilômetros de West Palm Beach, nos estado americano da Flórida. Mas as previsões continuam indicando que o Dorian mudará de rota antes de chegar aos Estados Unidos, se desviando da Flórida para percorrer, enquanto perde força, por toda a costa sudeste do país. Desta forma, também estão no caminho do furacão os estados da Geórgia, da Carolina do Sul e da Carolina do Norte. O maior risco está nas próximas 48 horas, período em que o furacão estará sobre as Bahamas. Um fator que complica mais a passagem do Dorian pela região é a velocidade de avanço do fenômeno pelo mar, de apenas 13 km/h. O NHC prevê "condições devastadoras" sobre as ilhas de Ábaco em "muito breve". Os efeitos do furacão começarão a ser sentidos na tarde de hoje na Grande Bahama, que fica a 90 quilômetros a leste do litoral da Flórida. O Dorian provocará uma ressaca "potencialmente mortal" na região, elevando o nível do mar em até seis metros nas Bahamas. Além disso, o furacão virá acompanhado de intensas chuvas, que podem atingir até 760 milímetros nas próximas horas no arquipélago. De acordo com o último boletim do NHC, o olho do furacão deve se aproximar da Flórida entre a noite de segunda e a madrugada de terça-feira.

Bolsonaro passará pela 4ª cirurgia após facada no abdome

access_time01/09/2019 11:01

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) passará por uma nova cirurgia no abdome, a 4ª desde a facada sofrida por ele durante a campanha eleitoral de 2018. Segundo o Palácio do Planalto, o objetivo é corrigir uma hérnia (saliência de tecido) surgida no local das intervenções anteriores. A operação é de médio porte e será feita Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, de acordo com o médico Antonio Luiz Macedo, que atendeu o presidente após o atendado ocorrido há quase 1 ano. "Abrimos três vezes no mesmo lugar. Enfraqueceu", explicou o médico. Pelas redes sociais, o presidente disse que deve ficar afastado por 10 dias. "Agora em São Paulo com os Drs. Macedo e Leandro [Echenique, cardiologista]. Pelo que tudo indica curtirei uns 10 dias de férias com eles brevemente. Bom dia a todos", escreveu Bolsonaro em suas contas no Facebook e no Twitter. Bolsonaro foi avaliado pelos médicos pela manhã, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. De lá, seguiu de helicóptero para o Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, onde onde participará de um culto religioso. Ele deve voltar para Brasília no fim da tarde. O presidente foi esfaqueado em 6 de setembro do ano passado, durante a campanha eleitoral, em Juiz de Fora durante campanha eleitoral para a presidência. De lá para cá, passou por três cirurgias. O autor do atentado foi internado por tempo indeterminado em um manicômio judicial. Fieis fazem fila no Templo de Salomão, em São Paulo, onde Bolsonaro participará de culto — Foto: Abrahão de Oliveira/G1 Cirurgias do presidente A primeira cirurgia após a facada aconteceu no mesmo dia do atentado, em um hospital de Juiz de Fora. Cinco cirurgiões e dois anestesistas participaram da intervenção. Durante o procedimento, Bolsonaro precisou receber quatro bolsas de sangue, e teve implantada uma bolsa de colostomia. Dias depois, em São Paulo, Bolsonaro passou por uma segunda cirurgia, onde os médicos reabriram o corte da primeira cirurgia e encontraram a obstrução em uma alça do intestino delgado, que fica na parte esquerda do abdômen. Em janeiro de 2019, o presidente voltou ao Einstein, em São Paulo, retirada de bolsa de colostomia e ligamento do intestino.

Brasil tem mais de 210 milhões de habitantes, diz IBGE

access_time28/08/2019 10:11

O Brasil tem mais de 210 milhões de habitantes, segundo os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) publicados no DOU (Diário Oficial da União) na manhã desta quarta-feira (28).  A pesquisa considera 1º de julho de 2019 como data de referência. Em 2018, a estimativa da população brasileira era de 208 milhões. A região Sudeste conta com os três estados mais populosos do Brasil: São Paulo, com 45.919.049 habitantes, Minas Gerais, com 21.168.791, e Rio de Janeiro, com 17.264.943. Os estados de Roraima (605.761), Amapá (845.731) e Acre (881.935) estão no extremo oposto, como os menos populosos do país.  Na região Nordeste do país, a Bahia segue como o estado mais populoso, com 14.873.064 habitantes. É o também o quarto estado com mais habitantes do país.  Em seguida, Pernambuco (9.557.071) e Ceará (9.132.078) estão entre os estados mais populosos do Nordeste. Já Sergipe (2.298.696), Piauí (3.273.227) e Alagoas (3.337.357) são os locais com menos moradores da região. No Sul, a estimativa da população no Paraná (11.433.957) e no Rio Grande do Sul (11.377.239) é próxima, ambas maiores do que a de Santa Catarina (7.164.788). A população em Goiás dispara em comparação aos outros estados do Centro-Oeste, com 7.018.354 de habitantes. Em seguida aparecem Mato Grosso (3.484.466), Distrito Federal (3.015.268) e Mato Grosso do Sul (2.778.986). 

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss são confirmados em Matrix 4

access_time21/08/2019 11:07

Depois de muitos rumores e especulações, a continuação de Matrix foi oficialmente confirmado com Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornando para os papéis de Neo e Trinity. Lana Wachowski vai dirigir o longa e escrever roteiro ao lado de Aleksandar Hemon e David Mitchell. Até o momento, não há informações sobre o envolvimento de Lilly Wachowski, cocriadora da franquia, com o novo filme. A Warner Bros. Pictures e a Village Roadshow Pictures vão produzir. A informação foi confirmada por Toby Emmerich, presidente do Warner Bros. Picture Group, que deu a seguinte declaração à Variety: Nós não poderíamos estar mais empolgados de estar voltando à Matrix com Lana. Lana é uma verdadeira visionária – uma cineasta única e criativa – e nós estamos animados que ela está roteirizando, dirigindo e produzindo este novo capítulo no universo Matrix. O primeiro Matrix foi lançado em 1999 e mostrava a história de Neo (Keanu Reeves), um programador que acaba descobrindo que o mundo em que vivemos não passa de uma simulação computadorizada e que a Terra, na verdade, passou a ser controlada por máquinas. Duas sequências foram lançadas, em 2002 e 2003, respectivamente. A data de lançamento e o título oficial de Matrix 4 não foram confirmados.

Série produzida por Keanu Reeves é gravada em São Paulo

access_time20/08/2019 10:24

Conquest, série produzida por Keanu Reeves, está sendo gravada em São Paulo. Segundo informações de um jornal de São Paulo, as cenas foram rodadas na noite do último domingo (18) no centro da capital paulista. Moradores da região reportaram que, sem aviso prévio, as ruas no entorno do Vale do Anhangabaú tiveram sua iluminação apagada durante as filmagens, o que causou pânico e confusão entre quem tentava transitar pelo local. Por volta das 23h do domingo, a produção usou fogos de artifícios, iluminando o céu. As gravações aconteceram no Viaduto do Chá (local que foi cenário para a quinta temporada Black Mirror no episódio “Striking Vipers”), Avenida Paulista, Praça do Patriarca, Rua Direita, Rua São Bento, Praça Ramos de Azevedo, Rua Líbero Badaró, Rua Xavier de Toledo, Rua 24 de Maio, Rua Barão de Itapetininga e na Rua Conselheiro Crispiniano. Segundo informações da Prefeitura de São Paulo, a série se passa em um futuro distópico e São Paulo seria um local de acolhimento humanitário de refugiados. Conquest é dirigida por Carl Erik Rinsch (47 Ronins) e produzida por Keanu Reeves e Gabriela Rosés Bentanco. As negociações estavam acontecendo desde maio do ano passado. Em abril deste ano, Reeves veio a São Paulo e se reuniu com o governador João Dória e com o prefeito Bruno Covas.

Mancha vermelha em Júpiter é um furacão do tamanho da Terra que encolhe por razão ainda misteriosa

access_time16/08/2019 11:27

Semana passada a NASA divulgou sua imagem mais recente do planeta Júpiter. Desde 2014 a agência espacial norte-americana vem fazendo imagens frequentes dos gigantes gasosos do Sistema Solar. O programa, chamado de legado dos planetas exteriores, tem por objetivo monitorar a dinâmica da alta atmosfera de Júpiter, Saturno, Urano e Netuno com uma foto por ano, pelo menos. Imagens desses planetas existem já há mais tempo do que isso, especialmente de Júpiter e sua Mancha Vermelha gigante. Na imagem divulgada na semana passada ela está em grande destaque, como você pode ver logo abaixo e, talvez por isso, a informação mais importante que a imagem nos mostra foi negligenciada: a Grande Mancha Vermelha continua encolhendo. A Grande Mancha Vermelha de Júpiter é um poderoso furacão que já dura mais de 300 anos, mas ela deve ser ainda mais antiga. A primeira descrição de uma mancha vermelha em Júpiter foi feita por Robert Hooke em 1664, mas é bem provável que essa mancha não seja a mancha “atual”. Hooke a descreveu como estando no hemisfério norte, mas desde 1665 ela é vista no hemisfério sul. Quem descobriu a mancha “certa” foi o astrônomo italiano Giovanni Cassini. A mancha é um grande furacão que abre um vórtice na alta atmosfera e expõe camadas inferiores das nuvens de Júpiter. Essas camadas têm composição química e temperaturas diferentes, por isso sua cor característica de laranja tijolo. A base desse furacão está em algo como 1.200 km abaixo da superfície visível das nuvens. Isso dá mais ou menos 100 vezes mais profundo do que o mais profundo que se pode chegar em um oceano na Terra. Desde 1830 a mancha vem sendo monitorada ininterruptamente e a cada ano ela encolhe um pouco. Ou muito em se tratando de Júpiter. Eu me lembro que há uns 20 anos eu falava que caberiam entre 2 e 3 Terras na mancha. Essa última imagem do Hubble mostra que agora só caberia uma! Ninguém sabe o que se passa na atmosfera profunda que possa estar causando essa perda de energia na mancha de modo a fazer com que o furacão perca força. A sonda Juno, que recentemente ganhou uma extensão em sua missão de estudar Júpiter, tem instrumentos em micro-ondas que podem registrar o comportamento da atmosfera, medindo sua temperatura por exemplo, até mais ou menos 10 km de profundidade. Isso significa que não temos muitos elementos para fechar uma explicação plausível. Ao que parece esse encolhimento é um processo cíclico e, ao longo dos quase 200 anos de monitoramento contínuo, ela passou por momentos mais majestosos e outros mais humildes de tamanho reduzido. Antes de 1830, há períodos em que ela não é mencionada nas observações, indicando que ela pode ter desaparecido durante um tempo para retornar depois. Todavia, os registros dessa época não são muito precisos, é possível que ela estivesse e ninguém tenha mencionado justamente porque ela sempre esteve lá. De todo modo, se o atual nível de encolhimento se mantiver, é bem possível que em menos de 20 anos ela se torne uma mancha bem menor e circular, ao invés da forma ovalada atual. Isso se não acontecer antes, pois agora em 2019 começou-se a ver que a mancha está se “despedaçando” pelas beiradas. Ainda não houve tempo para avaliar se esse processo continuará ou se é apenas um evento esporádico, mas a persistir, pode ser que a Grande Mancha Vermelha encolha mais rapidamente, podendo até a desaparecer. Tomara que não, né? Consegue imaginar Júpiter sem a Grande Mancha Vermelha? Para mim é um golpe tão duro quanto Saturno perder os anéis.