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Convite para teatro educação para o trânsito em Peixoto de Azevedo

Convite para teatro educação para o trânsito em Peixoto de Azevedo

access_time19/02/2019 09:54

Espetáculo Teatral na Praça Central de Peixoto de Azevedo. Compareça, será gratuito. Projeto ZABI

China está disposta a negociar sobretaxas a produtos do Brasil

China está disposta a negociar sobretaxas a produtos do Brasil

access_time30/07/2018 09:33

As autoridades chinesas “têm toda a vontade” de buscar com as autoridades brasileiras uma solução pa

Em 100 dias, Bolsonaro cumpre mais promessas que Dilma e Temer no mesmo período

Em 100 dias, Bolsonaro cumpre mais promessas que Dilma e Temer no mesmo período

access_time10/04/2019 09:34

Em 100 dias, o governo de Jair Bolsonaro cumpriu 1/5 das promessas feitas durante a campanha eleitor

ENTRETENIMENTO

Recém-nascido, filhote de onça-parda é resgatado em lavoura

access_time19/07/2019 07:55

Um filhote de onça-parda foi resgatado em uma lavoura no município de Jaciara, a 142 km de Cuiabá, na quarta-feira (17). Com aproximadamente 30 dias de vida, o filhote estava sozinho e perdido. A mãe não foi localizada. Segundo a Polícia Militar, o felino recebeu os primeiros cuidados com uma moradora que atua em apoio aos órgãos ambientais e na proteção de animais silvestres na região. O filhote foi encaminhado para o Hospital Veterinário da UFMT, em Cuiabá, onde é acompanhado por veterinários. Depois de receber alta, o recém-nascido deve ser levado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres em Várzea Grande, na região metropolitana da capital. Na unidade, os cuidados com o bicho serão voltados à reintrodução no meio ambiente. Antes disso, o filhote deve ser enviado a um santuário de animais silvestres onde receberá treinamento para a vida selvagem.

Peixoto de Azevedo 33 anos

access_time17/07/2019 08:14

O Prefeito Maurício Ferreira de Souza, a Vice-Prefeita Benta Noleto e a Câmara de Vereadores têm a honra de convidar você e sua família para participarem da continuidade das comemorações ao 33º aniversário de emancipação político administrativa de Peixoto de Azevedo e Dia do Garimpeiro. Programação Peixoto 33 anos na Vila Olímpica 18 e 19 julho 19h - 6° FESCANPAZ - Festival da Canção de Peixoto de Azevedo. Show de Freestyle com Joaninha e sua Equipe. 20 de julho Finais do 19º Japaz – Jogos abertos de Peixoto de Azevedo. 20h - Miss Peixoto 2019 em 05 categorias, Toda a Beleza da Mulher Peixotense na Passarela. 21 de julho - Dia dos Garimpeiros 08h - Gincana Regional Peixoto 33 Anos. 16h – Carreata dos Garimpeiros com benção de Nossa Senhora Aparecida. 17h – Distribuição de bolo em comemoração aos 33 anos de Peixoto de Azevedo. 20h – Sorteio de Prêmios – Promoção “Cooperado Premiado” e encerramento com a Banda Novo Thempo.

Lista do Não me Perturbe já tem mais de 600 mil pessoas

access_time17/07/2019 07:56

O site Não me Perturbe  já teve 620 mil pessoas cadastradas no primeiro dia no ar. A iniciativa é das operadoras de telecomunicações e atende a uma determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O site é um canal no qual podem se cadastrar pessoas que não desejam mais receber chamadas de telemarketing de serviços de telefonia, dados e de TV paga.  O balanço preliminar foi divulgado pela Anatel em reunião com representantes das companhias do setor e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), nesta terça-feira (16).  As pessoas que não desejarem receber esse tipo de chamada podem incluir seu nome no site, no ar desde o início desta terça-feira (16). A lista vai ser única e atingirá as principais empresas do setor: Algar, Claro/Net, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, TIM e Vivo.  Segundo a Anatel, se uma pessoa solicitar a sua inclusão na lista do Não me Perturbe e continuar recebendo ligações de oferta de bens e serviços de telecomunicações, pode ligar para o número 1331 e fazer uma reclamação. As sanções podem variar de advertência a multa de até R$ 50 milhões.

ONU: cerca de 1,7 milhão de pessoas foram infectadas pelo HIV em 2018

access_time17/07/2019 07:55

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) divulgou hoje (16) que cerca de 1,7 milhão de pessoas em todo o mundo foram infectadas pelo vírus em 2018 – uma redução de 16% em relação a 2010. O documento Atualização Global sobre a Aids – Comunidades no centro revela que a queda foi impulsionada principalmente por progressos no leste e no sul da África. O estudo, lançado em Genebra, na Suíça, e em Eshowe, na África do Sul, alerta, entretanto, que, enquanto alguns países têm avanços acentuados, outros observam o aumento de novas infecções pelo vírus e de mortes relacionadas à aids. O relatório aponta ainda uma desaceleração na redução de novas infecções por HIV. “A epidemia do HIV pôs em foco muitas falhas da sociedade. Onde há desigualdades, desequilíbrios de poder, violência, marginalização, tabus, estigma e discriminação, o HIV toma conta”, avalia a diretora do Unaids, Gunilla Carlsson. Segundo o documento, o panorama da epidemia no mundo está mudando: em 2018, mais da metade de todas as novas infecções por HIV foram em pessoas que integram as chamadas populações-chave, que incluem profissionais do sexo, pessoas que usam drogas, homens gays, homens que fazem sexo com homens, transexuais e presidiários – e seus parceiros. Globalmente, as novas infecções por HIV entre mulheres jovens (com idade entre 15 e 24 anos) caíram 25% entre 2010 e 2018.  “Esta é uma boa notícia, mas, é claro, continua a ser inaceitável que 6 mil meninas adolescentes e mulheres jovens sejam infectadas pelo HIV toda semana. A saúde sexual e reprodutiva e os direitos das mulheres e jovens muitas vezes ainda são negados”, aponta Gunilla Carlsson. Países de língua portuguesa O estudo inclui avanços para que se tenha, até 2020, 90% das pessoas com HIV devidamente diagnosticadas, 90% delas realizando tratamento com antirretrovirais e, deste grupo, 90% com carga viral indetectável.  No primeiro indicador, Brasil, Cabo Verde e Portugal cumpriram ou estão a caminho de cumprir a meta. Os dois últimos países também estão em vias de alcançar o segundo indicador. O Brasil é citado como o único país em vias de cumprir o objetivo de alcançar 90% de pessoas com carga viral indetectável, o que indica sucesso do método terapêutico aplicado no país. A Guiné-Bissau é mencionada no estudo pelo alto número de mulheres que vivem com deficiência com maior probabilidade de serem soropositivas do que homens na mesma situação. Moçambique é citada pelo sucesso em ações com base na comunidade, que podem resultar na garantia de direitos à saúde em um país de baixa renda com uma das maiores epidemias de HIV do mundo e vários desafios de saúde pública. Os recentes ciclones e o efeito no sistema de saúde são apontados no relatório, que cita outros agravantes como pobreza extrema, acesso desigual, escassez e fraca presença de provedores de serviços de saúde. Já Angola é um dos sete países onde o número de infeções aumentou em crianças. Populações O documento mostra que as populações-chave e seus parceiros sexuais representam atualmente 54% das novas infecções pelo HIV no mundo. Em 2018, o grupo respondia por 95% delas, enquanto as regiões que precisavam de maior atenção eram Europa Oriental e Central, Oriente Médio e Norte da África. O estudo revela ainda que menos de 50% das populações-chave foram atingidas com serviços combinados de prevenção ao HIV, problema relatado em mais da metade dos países pesquisados. Segundo o Unaids, isso seria um indicativo de que elas estão sendo marginalizadas e deixadas para trás na resposta ao HIV.

Proibição de telemarketing de telefônicas começa nesta terça-feira

access_time16/07/2019 08:13

Entra em vigor nesta terça-feira (16) a lista Não Perturbe para as operadoras de telecomunicações. Os clientes incluídos nesse grupo não poderão ser objeto de ligações de telemarketing de empresas para a venda de serviços, como pacotes de telefonia, acesso à internet e TV paga. A medida foi uma determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). As pessoas que não desejarem receber esse tipo de chamada podem incluir seu nome no site criado para a iniciativa, no ar a partir desta terça-feira (16). A lista vai ser única e atingirá as principais empresas do setor: Algar, Claro/Net, Nextel, Oi, Sercomtel, Sky, TIM e Vivo. Essas empresas também deverão, nesse prazo, criar e divulgar amplamente um canal por meio do qual o consumidor possa manifestar o seu desejo de não receber ligações. Segundo a Anatel, se uma pessoa solicitar a sua inclusão e continuar recebendo ligações de oferta de bens e serviços de telecomunicações, ele pode ligar para o número 1331 e fazer uma reclamação. As sanções podem variar de advertência a multa de até R$ 50 milhões. Outras medidas Outra decisão da Anatel é que essas empresas não poderão mais efetuar ligações telefônicas com o objetivo de oferecer seus pacotes ou serviços de telecomunicações para os consumidores que registrarem o número na lista nacional a ser criada. As companhias vão ter de abrir canais para que seus clientes possam solicitar a inclusão no grupo, que passará a não poder mais receber ligações com ofertas de serviços de telecomunicações. Assim, na prática, as empresas ficam impedidas se oferecer seus produtos e serviços utilizando o telemarketing. A agência determinou ainda que as áreas técnicas estudem medidas para combater os incômodos gerados por ligações mudas e realizadas por robôs, mesmo as que tenham por objetivo vender serviços de empresas de setores não regulados pela Anatel. Segundo a Anatel, estudos de mercado estimam que pelo menos um terço das ligações indesejadas no Brasil são realizadas com o objetivo de vender serviços de telecomunicações. Além dessa iniciativa, a Anatel deve discutir novas ações relacionadas à prática do telemarketing. De acordo com o comunicado do órgão, o Conselho Diretor da autoridade solicitou que a área técnica elabore propostas para limitar os abusos nessas chamadas, mesmo que de outros serviços fora da área de telecomunicações.

Grandes cidades enfrentarão condições climáticas "desconhecidas"

access_time11/07/2019 09:43

Um quinto das grandes cidades do mundo enfrentará condições climáticas "desconhecidas" até 2050, disseram pesquisadores nessa quarta-feira (10), já que as temperaturas em elevação aumentam os riscos de secas e inundações. Cientistas de clima do Crowther Lab, grupo de pesquisa da ETH Zurich, uma universidade de ciência e tecnologia, analisaram 520 cidades, incluindo todas as capitais e a maioria dos centros urbanos com população de mais de 1 milhão de habitantes. Considerando as condições climáticas atuais dessas cidades -- inclusive dados sazonais e de precipitação --, os cientistas projetaram o que acontecerá se as temperaturas subirem mais meio grau, aproximando-se do piso da meta de 1,5º Celsius estabelecida no Acordo de Paris de 2015. O relatório mostrou que 22% das cidades terão condições climáticas inéditas até 2050, como estações de seca e de monções mais intensas, disse Jean Francis-Bastin, o principal autor do estudo. "É uma mudança de condições climáticas que provavelmente aumentará o risco de inundações e secas extremas", disse ele à Thomson Reuters Foundation. "São condições desconhecidas." Para a Organização das Nações Unidas (ONU), quase 70% da população mundial deverão estar morando em áreas urbanas até 2050.  Mas muitas cidades, especialmente em nações mais pobres, enfrentam desafios consideráveis, como populações grandes e crescentes em favelas que carecem de serviços básicos e correm risco cada vez maior de desastres climáticos.  Conforme o Acordo de Paris, que foi ratificado por mais de 200 países, governos prometeram manter o aquecimento global "bem abaixo" dos 2ºC e buscar um limite menor de 1,5ºC.  Limitar a elevação das temperaturas globais a 1,5ºC evitaria perdas econômicas de US$ 12 trilhões até 2050, ainda de acordo com a ONU.  Cientistas do Crowther Lab afirmaram que o estudo, publicado no periódico científico Plos One, foi a primeira análise global das alterações prováveis nas condições climáticas de grandes cidades resultantes do aquecimento global.  A pesquisa revelou que 77% das cidades analisadas testemunharão uma mudança notável nas condições climáticas até 2050.  Cidades de regiões tropicais, que provavelmente sofrerão os impactos mais fortes da mudança do clima, terão alterações menores na temperatura média, mostra o estudo.

Neurocientista brasileira da Rede Sarah recebe prêmio internacional

access_time11/07/2019 09:32

A neurocientista e presidente da Rede Sarah de hospitais, Lúcia Willadino Braga, recebeu o prêmio Distinguished Career Award, da Sociedade Internacional de Neuropsicologia (INS, na sigla em inglês). O prêmio é concedido a cientistas com anos de carreira, que tenham dado contribuições importantes para o setor.  A premiação ocorreu na noite de quarta-feira (10), no Rio de Janeiro, durante o encontro anual do INS, realizado no Brasil este ano. Há 40 anos na Rede Sarah, Lúcia é a primeira pessoa latino-americana a receber a premiação. Momentos antes de receber o prêmio, Lúcia conversou com a reportagem da Agência Brasil. Agência Brasil: Nós conhecemos muito ou conhecemos pouco o cérebro? Lúcia Braga: Eu acho que ainda conhecemos pouco. Se a gente comparar com 20 anos atrás, a gente conhece muito mais. Mas se a gente pensar daqui a 20 anos, realmente vai achar que sabia muito pouco hoje. A gente tem muita coisa a descobrir no cérebro. Cada dia está descobrindo mais. Isso que é muito bonito, construir um conhecimento. O que eu acho legal deste momento é que o Brasil faz parte da construção do conhecimento internacional em neurociência. Então nós estamos gerando o conhecimento. Isso é muito importante para o país. Agência Brasil: De quarenta anos para cá mudou muito na neuropsicologia? Lúcia Braga: Nessa época só tinha o raio-X, nem tomografia havia. Então tudo a gente tinha que provar pelo comportamento. E hoje a gente pode comprovar as mudanças no comportamento e as mudanças que ocorrem no cérebro. Então hoje a gente entende muito mais o cérebro. Depois que vieram os equipamentos de neuroimagem, a gente pôde ver o cérebro funcionando, ficou muito mais profunda a nossa análise sobre tudo o que acontece no cérebro e começamos a descobrir muitas coisas do cérebro que nós não sabíamos. Então, os últimos anos têm tido inúmeras descobertas, por parte de todos nós, neurocientistas, em função de ganhos tecnológicos de diagnósticos. Agência Brasil: O seu reconhecimento é importante para a senhora e para o país também? Lúcia Braga: Acho que é muito importante, porque coloca o Brasil gerando conhecimento. E quando é um prêmio de carreira, é uma trajetória que eu fiz, mas eu e os meus colegas da Rede Sarah, porque ninguém faz nada sozinho. A interação com os cientistas brasileiros. Então é um prêmio que não é para mim, mas para todos os brasileiros. Agência Brasil: Também é um estímulo para os jovens que estão entrando na faculdade… Lúcia Braga: Sim. A gente precisa se aprofundar em neurociência. Tem muita coisa para descobrir. E tem pessoas incríveis no país. Vamos dar oportunidade para essas pessoas pesquisarem. Estudantes, jovens, pessoas interessadas nos mistérios do cérebro. Agência Brasil: Aos 50 ou 60 anos a pessoa tem que continuar a estudar, para manter a neuroplasticidade?  Lúcia Braga: Vou mostrar em minha palestra [no segundo dia do encontro] o que muda na substância cinzenta e na substância branca do cérebro quando a gente aprende. Então isso é a importância do aprender. O estudo é permanente e você pode continuar desenvolvendo novas redes neuronais depois dos 50 ou 60 anos. Pode e deve. Antes se achava que não se podia mais. Que a partir de um momento você já estava com o cérebro construído. O que é há é uma especialização do cérebro durante a vida. Então o cérebro do adulto já está mais organizado que o da criança, que tem mais plasticidade. Mas não significa que esteja estagnado. A gente tem que continuar em frente. Aprendendo coisas, trocando ideias, trocando conhecimentos. Toda a aprendizagem exercita o cérebro. Agência Brasil: Como funciona a Rede Sarah? Tem aporte privado? Lúcia Braga: A Rede Sarah é 100% pública. E isso prova que o serviço público pode funcionar, sim. Com boa gestão, transparência, governança e cuidado, a gente vai mostrando que nós temos todo um Brasil possível. Precisamos olhar mais para esse país. São nove unidades. Temos hospitais em Brasília, São Luís, Salvador, Belo Horizonte, Fortaleza, Belém, Macapá, Rio de Janeiro. Atendemos 1,7 milhão de pessoas por ano. Fazemos um atendimento todo humanista, com evidências científicas. É um atendimento todo público. A entrada é pelo site. Basta a pessoa entrar. Quem não tem acesso por internet, pode ligar.

Excesso de exercícios leva a alterações negativas em órgãos vitais

access_time02/07/2019 12:09

A prática de exercícios físicos intensos sem o tempo de recuperação adequado provoca alterações negativas em estruturas vitais do organismo, como coração, fígado e sistema nervoso central, revela pesquisa desenvolvida na Universidade de São Paulo (USP), em Ribeirão Preto. Antes, já era sabido que esse tipo de treinamento intenso sem intervalos necessários levava à síndrome do overtraining, desencadeando sintomas como depressão, insônia, irritabilidade, queda na imunidade, perda de apetite e de peso. O trabalho mostra que os prejuízos vão além da queda do rendimento. O professor Adelino Sanchez Ramos da Silva, da Escola de Educação Física e Esporte, disse que a síndrome de overtraioning era explicada, até então, pelo fato de que lesões no tecido musculoesquelético causadas pelo exercício excessivo induziriam à liberação na corrente sanguínea de substâncias pró-inflamatórias (proteínas produzidas por células de defesa e conhecidas como citocinas), que desencadeariam os efeitos sistêmicos. A pesquisa, coordenada por ele, comprovou essa hipótese, formulada há 20 anos, e mostrou que há outras alterações negativas em órgãos vitais. “O diferencial dos nossos estudos, que vêm sendo desenvolvidos há 10 anos, é que, além dessas alterações, nós verificamos, em estudos com camundongos, que o desequilíbrio entre o excesso de exercício físico e o período destinado à recuperação está associado a uma inflamação em músculos esqueléticos, sangue, hipotálamo, coração e fígado”, explicou Silva. Subida e descida Foram feitos testes com camundongos, submetidos a diferentes práticas de overtraining, como corrida no plano, na subida e na descida, durante oito semanas. Todos os protocolos de exercícios em excesso provocaram prejuízo na sinalização da insulina no tecido musculoesquelético, ou seja, as células musculares ficaram com mais dificuldade de captar a glicose que circula no sangue. “Essa dificuldade foi compensada tanto pelo coração quanto pelo fígado, que aumentaram os estoques de glicogênio”, disse Silva. Ele acrescentou que o coração apresentou sinais de fibrose e também sinais moleculares de hipertrofia patológica. O fígado teve aumento da gordura que ocorre, por exemplo, em doenças como diabetes e obesidade. A inflamação no hipotálamo foi associada à diminuição do apetite e do peso corporal dos camundongos. “É importante frisar que, após duas semanas de recuperação total, em que os animais não foram submetidos a nenhuma sessão de treinamento, as alterações inflamatórias no músculo esquelético, no soro e no hipotálamo retornaram aos valores normais, no entanto, o desempenho dos animais continuou diminuído”, afirmou. Segundo o pesquisador, esse resultado sugere que outros mecanismos, além da citocinas pró-inflamatórias, estejam envolvidos na diminuição do desempenho em resposta ao desequilíbrio entre o excesso de exercício físico e o período destinado à recuperação. “Os próximos passos da nossa pesquisa serão avaliar animais que apresentam deficiência dessa citocinas, que são conhecidos como animais nocaute, para que possamos averiguar qual o real papel dessas citocinas”, afirmou. Educação física Silva destacou que o exercício físico - feito de forma regular e moderada e sob orientação de um profissional de educação física - é uma estratégia “não farmacológica extremamente eficiente para a prevenção e tratamento de diversas patologias”. “Os nossos resultados servem como alerta para os indivíduos que treinam em excesso e não respeitam um período adequado de recuperação. Esse período varia muito em relação a sessões de treinamento e ao nível inicial de condicionamento do praticante. De forma geral, nós podemos dizer que um período entre 24 horas e 48 horas é suficiente para a recuperação”, finalizou.

Eclipse solar poderá ser observado hoje na América do Sul

access_time02/07/2019 12:01

Parte da América do Sul e do Oceano Pacífico poderá observar, a partir das 16h48 de hoje (2) um dos fenômenos mais interessantes da astronomia: o eclipse total do Sol. O fenômeno ocorre quando a Lua fica entre a Terra e o Sol, ocultando total ou parcialmente a luz solar em uma faixa terrestre. Uma peculiaridade tornará o evento ainda mais interessante e raro, este ano. A sombra projetada na Terra passará pelo observatório La Silla, no Chile – um dos mais importantes do mundo, localizado a uma altitude de 2,5 mil metros, livre da poluição visual produzida pelas luzes das cidades. A expectativa é que as imagens a serem produzidas da coroa solar ajudem a avançar os estudos sobre a atmosfera, ventos solares e forças gravitacionais, entre outros. É a terceira vez em 50 anos que um eclipse passa por espaços com grades telescópios. Em 1961 ele passou pelo L'Observatoire de Haute-Provence, na França; e em 1991, em Mauna Kea, no Havaí. “A observação e o registro de eclipses solares ainda hoje são importantes para o estudo da coroa solar, cujas características não são totalmente compreendidas e o comportamento é importante para prever o clima espacial. A ejeção de massa coronal em direção à Terra é um fenômeno que pode danificar nossas redes elétricas, telecomunicações e satélites”, explicou, por meio de nota, o pesquisador Eugênio Reis, do Observatório Nacional Eugênio Reis. "Apesar de a coroa solar brilhar milhões de vezes menos do que a fotosfera solar, um eclipse total do Sol é uma ótima oportunidade para estudá-la", disse. No Brasil, o fenômeno poderá ser visto em alguns estados, mas apenas de forma parcial. O Observatório Nacional informa que os lugares com melhor visualização serão Porto Alegre, onde o sol terá 75% de sua área sombreada pela lua, a partir das 16h48; Florianópolis (60%, com início às 16h53), Curitiba (55%, com o eclips iniciando às 16h55), Campo Grande (46% - início às 16h56), São Paulo (46% - início às 17h), Rio de Janeiro (40% - início às 17h03). O próximo eclipse total do Sol só poderá ser visto em 12 de agosto de 2045 no Nordeste brasileiro.

Cidade de Guadalajara, no México, é atingida por tempestade de granizo; veja fotos

access_time01/07/2019 12:37

A cidade de Guadalajara, no oeste do México, foi atingida neste domingo (30) por uma tempestade de granizo que deixou carros soterrados e danificou casas. O fenômeno ocorreu em pleno verão, quando as temperaturas na cidade superam os 30ºC. Enrique Alfaro Ramirez, governador do estado de Jalisco, do qual a cidade é a capital, afirmou no Twitter que nunca havia visto cenas daquele tipo. "Granizo a mais de um metro de altura, e ainda nos perguntamos se a mudança climática existe", escreveu, no Twitter. Ainda segundo o governador, o exército mexicano e outras autoridades trabalham para fazer a limpeza e remoção do granizo das ruas. Ele também afirmou que, até a tarde de domingo, não havia registro de pessoas feridas ou mortas. Veja fotos da tempestade: